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O lançamento e respectiva promoção da “década da biodiviersidade” e o reconhecimento do sobreiro como “árvore nacional de Portugal” vão ser dois dos temas em destaque na 4ª edição da Feira Internacional da Cortiça (FICOR) de Coruche, que este ano se realiza entre os dias 24 e 27 de Maio, no Observatório do Sobreiro e da Cortiça da capital do Sorraia.

O estatuto que esta espécie granjeou após a publicação recente em Diário da República da petição levada a cabo pelas associações ambientalistas Transumância e Natureza e Árvores de Portugal, dá mais relevância à feira coruchense, uma vez que o sobreiro torna-se cada vez mais uma árvore protegida e valorizada não só pela sua importância económica, mas também pela sua importância ambiental.

Proteger os ecossistemas e a diversidade genética são duas das 20 metas que constam do plano 2011 – 2020 da ONU, precisamente o espaço temporal que foi designado de “década da biodiviersidade”, que também vão ser divulgadas e abordadas na FICOR, durante quatro dias inteiramente dedicados ao sector florestal corticeiro.

Além das conferências e debates científicos, direccionadas para profissionais e investigadores nesta área, o certame pretende ter “um carácter lúdico, com a intenção de chegar a todos e sensibilizar a população para a importância e potencialidade da cortiça”, salienta uma nota de imprensa da Câmara de Coruche, responsável pela organização.

Os visitantes encontram também provas de vinhos, actividades de natureza, balonismo, passeios no montado, tasquinhas, workshops gastronómicos, música e o “Coruche Cork Fashion”, um desfile de moda que tem sido um dos pontos altos da feira, nas edições anteriores.

A Câmara Municipal de Rio Maior garantiu esta segunda-feira, 12 de março, que vai estudar formas de controlar os acessos à zona industrial, de forma a minimizar a onda de furtos que tem assolado as empresas instaladas naquele parque de negócios.

A presidente da autarquia, Isaura Morais, reuniu-se com um grupo de quatro representantes da cerca de meia centena de empresas instaladas na zona industrial, que lhe deram conta da saturação que a situação de insegurança está a causar.

Entre as medidas a adotar, a autarca destaca o reforço da iluminação pública e o controlo dos acessos que, não sendo uma competência direta da autarquia, irão merecer toda a atenção do executivo.

Como o Rede Regional avançou a 11 de março, os empresários estimam que, só no ano passado, os furtos provocaram prejuízos que ascenderam a um milhão de euros. Os ladrões levam um pouco de tudo mas têm dado especial atenção aos equipamentos industriais e componentes da indústria pesados, como máquinas de soldar, eixos, pneus, sistemas de travagem e eléctricos, cabos de cobre, gasóleo, entre outros.

Numa tentativa de pressionar a administração da Celulose do Caima a aumentar salários e a rever o acordo de empresa, os trabalhadores desta unidade fabril em Constância anunciaram uma greve que visa paralisar a laboração, entre os dias 17 e 19 de Março.

A empresa, que está actualmente em fase de limpeza e manutenção, prevê reiniciar a laboração a 17 de Março, o que poderá não ocorrer devido ao início da greve.

O representante do Sindicato das Indústrias Transformadoras, Energia e Ambiente para o Centro Sul e Regiões Autónomas, Fernando Pina, disse à Agência Lusa que a greve foi aprovada em plenário de trabalhadores "pela resposta negativa à proposta de aumentos salariais e de revisão do acordo de empresa".

Segundo o mesmo dirigente sindical, esta paragem de três dias tem como objectivo pressionar a administração da Celulose do Caima “a apresentar uma proposta de aumento salarial e a revisão do acordo de empresa, uma vez que à proposta dos trabalhadores, a resposta foi de aumento zero”.

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