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Quinze produtores de vinho do Tejo vão apresentar e disponibilizar para prova os seus melhores vinhos a todos os que no dia 18 de março, domingo, visitarem a Casa do Campino, em Santarém.

O objetivo é aprofundar os conhecimentos dos visitantes sobre os vinhos da Região e o programa contempla ainda a realização de uma prova comentada pelo enólogo Sérgio Oliveira, prevista para as 17h00.

Além da exposição, provas gratuitas e vendas de vinhos do Tejo e outros produtos regionais, como queijos e enchidos, o evento vai também contar com uma tasquinha de iguarias preparadas pelos alunos da Escola de Hotelaria e Turismo de Santarém.

Ao longo da tarde, vão decorrer showcookings de pratos regionais, pastelaria e peixe do rio.

A organização é da Comissão Vitivinícola Regional (CVR) Tejo, em parceria com a Escola de Hotelaria e Turismo de Santarém e o Turismo de Portugal, que, de 27 de Abril a 1 de Maio, vai promover uma ‘Mostra de Vinhos do Cartaxo’. A iniciativa está marcada para o Pavilhão Municipal de Exposições do Cartaxo, e insere-se na XXIII Festa do Vinho.

A Câmara Municipal de Abrantes arrendou o reservatório de águas das Mouriscas, na barragem dos Negrelinhos, e a conduta adutora do reservatório de água de Chainça para a instalação de micro hídricas que vão produzir energia eléctrica.

O contrato de arrendamento destas infra-estruturas, pertença dos Serviços Municipalizados de Abrantes (SMAS), e o consórcio que as vai explorar, a Eneólica Hidropower, foi assinado no passado dia 7 de Março.

O acordo tem uma duração de 20 anos, e o consórcio vai pagar ao município uma renda anual em percentagem do que conseguir vender de energia.

Nas Mouriscas, segundo uma nota de imprensa da autarquia, “a utilização da água armazenada no reservatório será efectuada através de um bypass a instalar pelo consórcio na descarga de fundo, cabendo-lhe a responsabilidade da manutenção” e a obrigação de utilizar apenas “o caudal excedentário para aproveitamento energético”.

Significa isto que nunca poderão ser utilizadas as reservas de água para produção de electricidade “sempre que o nível da albufeira esteja a uma cota inferior a cinco metros abaixo do nível de pleno armazenamento”, ou seja, da cota máxima da albufeira, ressalva a mesma nota.

Na Chainça, o conceito é diferente, porque as turbinas serão colocadas à chegada do reservatório novo, na conduta de grande diâmetro que o abastece. “Aqui não há qualquer consumo de água no processo, apenas o aproveitamento da sua passagem, com elevada pressão, entre a estação de tratamento e o reservatório”, afirma a autarquia, explicando que se pretende “aproveitar um potencial energético que actualmente se perde completamente num jacto de água, sempre que o reservatório da Chainça enche”.

A Câmara de Abrantes salienta ainda que teve duas preocupações essenciais ao longo do processo negocial, “não afectar a qualidade da água, nem a capacidade de abastecimento público”.

O lançamento e respectiva promoção da “década da biodiviersidade” e o reconhecimento do sobreiro como “árvore nacional de Portugal” vão ser dois dos temas em destaque na 4ª edição da Feira Internacional da Cortiça (FICOR) de Coruche, que este ano se realiza entre os dias 24 e 27 de Maio, no Observatório do Sobreiro e da Cortiça da capital do Sorraia.

O estatuto que esta espécie granjeou após a publicação recente em Diário da República da petição levada a cabo pelas associações ambientalistas Transumância e Natureza e Árvores de Portugal, dá mais relevância à feira coruchense, uma vez que o sobreiro torna-se cada vez mais uma árvore protegida e valorizada não só pela sua importância económica, mas também pela sua importância ambiental.

Proteger os ecossistemas e a diversidade genética são duas das 20 metas que constam do plano 2011 – 2020 da ONU, precisamente o espaço temporal que foi designado de “década da biodiviersidade”, que também vão ser divulgadas e abordadas na FICOR, durante quatro dias inteiramente dedicados ao sector florestal corticeiro.

Além das conferências e debates científicos, direccionadas para profissionais e investigadores nesta área, o certame pretende ter “um carácter lúdico, com a intenção de chegar a todos e sensibilizar a população para a importância e potencialidade da cortiça”, salienta uma nota de imprensa da Câmara de Coruche, responsável pela organização.

Os visitantes encontram também provas de vinhos, actividades de natureza, balonismo, passeios no montado, tasquinhas, workshops gastronómicos, música e o “Coruche Cork Fashion”, um desfile de moda que tem sido um dos pontos altos da feira, nas edições anteriores.

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