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O Centro de Transferência de Tecnologia Alimentar INOV.LINEA vai realizar um seminário sobre o licenciamento de pequenos negócios no ramo alimentar no dia 8 de Maio, às 9h30, no auditório do Edifício INOV.POINT, no TagusValley - Tecnopólo do Vale do Tejo, em Abrantes.

A iniciativa chama-se “como criar um pequeno negócio alimentar” e tem como destinatários todos os que planeiam implementar um projecto empresarial nesta área, que têm neste seminário uma oportunidade de conhecer todos os passos a seguir e os requisitos mínimos para iniciar um negócio de pequenas dimensões.

A conferência conta com a participação do coordenador do serviço de fiscalização da Câmara de Abrantes, Rui Correia, para explicar os procedimentos legais para o licenciamento, as técnicas de saúde ambiental do Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) do Zêzere Lígia Alves e Elsa Curado, para explicar as exigências mais comuns da Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) e as medidas de higiene e segurança alimentar a ter em conta, e o veterinário municipal de Abrantes, Pedro Godinho, que apontará as questões relacionadas com os produtos de origem animal.

A abertura do seminário vai estar a cargo de Joana Grácio, directora do INOV.LINEA. “Temos sido contactados por várias pessoas que pretendem arranjar outro caminho profissional recorrendo ao sector alimentar no entanto, mas a ideia que a população tem das exigências para este tipo de actividade leva à desistência ou preferem não se legalizar”, afirma a responsável.

“O que pretendemos com este seminário é desmistificar os procedimentos para legalizar actividades de transformação de alimentos”, explica Joana Grácio, acrescentando que “actividades como fazer rissóis e bolos para venda, ou cozer tremoços e produzir compotas podem ser desenvolvidas num anexo lá de casa, desde que tenham as condições necessárias a nível de segurança alimentar e licenciamento da actividade”.

Os interessados em participar na iniciativa, que termina com uma intervenção de Homero Cardoso sobre “transformar ideias em pequenos negócios”, devem aceder ao sítio na Internet do TAGUSVALLEY (www.tagusvalley.pt) e preencher a inscrição on-line.

O vinho “Portal da Águia Rosé 2011”, produzido pela Quinta da Alorna, em Almeirim, foi eleito o melhor bag-in-box de vinho rosé à venda na Suécia. Criado especificamente para o mercado sueco e com a missão de cativar o público feminino, que tende a apreciar vinhos rosé, foi desenvolvida uma imagem onde predomina, essencialmente, o cor-de-rosa num ambiente de praia.

O “Portal da Águia Rosé” é composto pelas castas Tinta Roriz, Touriga Nacional e Castelão, que conferem a este vinho a cor rosada e o aspecto brilhante, onde predominam os aromas a frutos vermelhos com destaque para as notas de framboesas, morangos e cerejas.

Além de ter sido eleito o melhor vinho, foi ainda eleito como o rosé com melhor relação qualidade/preço. A avaliação de cada uma das referências a concurso foi feita por um grupo de provadores experientes, individualmente, em prova cega.

Este vinho, referente a um negócio que envolveu a venda de 660.000 litros ao mercado sueco, tem sido alvo dos maiores elogios por parte da crítica sueca da especialidade, aos quais se vêm juntar mais estas duas distinções. “Cada vez mais os vinhos do Tejo se impõem pela sua relação qualidade-preço”, refere José Pinto Gaspar, presidente da Comissão Vitivinícola Regional do Tejo.

Recorde-se que, já em 2010, um outro vinho rosé proveniente da região do Tejo – o ‘Casal da Coelheira Rosé 2009’ –, produzido pelo Centro Agrícola do Tramagal, arrecadou a distinção de melhor rosé do mundo, atribuída pelo Concurso Mundial de Bruxelas.

A partir de 2013 a cerveja da marca Tagus vai passar a ser produzida na antiga fábrica da cerveja Cintra, na Quinta da Mafarra, em Santarém, atualmente propriedade da cervejeira espanhola Damm.

O anúncio foi feito pela Sumol+Compal, detentora da marca Tagus, que comunicou à Comissão de Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) a venda da marca ao grupo Damn e a assinatura de um acordo de distribuição com os espanhóis, que lhe permite distribuir em exclusivo as marcas de cerveja da empresa (como a Estrella Damm) durante cinco anos. Segundo a Sumol+Compal, o negócio custou cerca 2,6 milhões de euros.

Recorde-se que o grupo Damm, através da participada Font Salem, comprou a antiga fábrica Cintra (fundada em 2001 por Sousa Cintra) há cerca de dois anos (em Fevereiro de 2010), por 15,5 milhões de euros, no âmbito de um processo de insolvência.

Atualmente a fábrica de Santarém produz essencialmente cervejas de marca branca para cadeias de super e hipermercados como o Continente, a Auchan e o Minipreço). Parte da cerveja Sagres, produzida em Vialonga, é também engarrafada na antiga fábrica Cintra.

Quanto à Tagus, é produzida presentemente numa fábrica em Pombal que deverá continuar em funcionamento.

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