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A GNR de Coruche deteve dois homens suspeitos de estar envolvidos no tráfico de estupefacientes enquanto regavam e procediam a operações de corte numa plantação de pés de cannabis, na terça-feira, 10 de setembro.

Os detidos, que foram apanhados por militares da investigação criminal na sequência de uma denuncia anónima, têm 29 e 34 anos e residem ambos no concelho de Coruche.

Segundo um comunicado de imprensa do Comando Territorial de Santarém da GNR, os militares apreenderam 21 plantas de cannabis verdes com um peso aproximado de 23,5 quilos, o que corresponde a 9.402 doses individuais, 14 plantas de cannabis secas com um peso de 2,5 quilos, e ainda 19 sementes de cannabis.

Os suspeitos vão ser presentes a primeiro interrogatório judicial no tribunal de Benavente esta quarta-feira, dia 11, pelas 14 horas.

Também esta terça-feira, em Almeirim, a GNR deteve um homem de 51 anos por suspeitas de se dedicar ao cultivo de cannabis.

Na busca domiciliária efetuada na sua residência, em Almeirim, os militares encontraram 2,9 gramas de cannabis, 25,8 gramas de folha de cannabis, 7,6 quilos de plantas em fase de secagem, e 12 pés de plantas em fase de crescimento.

O homem foi libertado com termo de identidade e residência por ordem da procuradora do Ministério Público de Almeirim, mas a GNR prossegue as investigações.

Enquanto produto turístico, o Ribatejo vai ser trabalhado enquanto uma marca própria, com uma estratégia de promoção única e definida em conjunto com os agentes económicos da região.

A garantia foi dada por Ceia da Silva, o presidente da Entidade de Turismo do Alentejo (que agora agrega a região ribatejana) durante a inauguração da 31ª edição da Alpiagra, que arrancou no sábado, 7 de setembro, e se prolonga até ao próximo dia 15.

Na sua intervenção, o responsável quis sobretudo tranquilizar os mais céticos em relação à recente passagem administrativa do Ribatejo da Entidade de Turismo de Lisboa e Vale do Tejo para a entidade alentejana.

"Sabemos bem que o Ribatejo não é o Alentejo", afirmou Ceia da Silva, que prometeu uma forte diferenciação entre as duas regiões, enquanto produto turístico.

Nesta sua primeira visita a Alpiarça, o responsável destacou as potencialidades turísticas do concelho, assentes "no seu património, na sua história e nas suas gentes", casos da barragem dos Patudos, a reserva do Cavalo Sorraia e mesmo a aldeia avieira do Patacão, que se encontra praticamente ao abandono.

"Alpiarça tem agentes económicos dinâmicos e riquezas naturais que têm que ser exploradas e enquadradas numa estratégia global para chamar visitantes", sublinhou.

A Alpiagra, "enquanto evento que mostra o melhor que o concelho tem para oferecer", é um evento que serve de alavanca para a sua promoção.

"Sei que, nos tempos de crise que vivemos, seria mais fácil para a Câmara de Alpiarça suspender a realização deste tipo de eventos. Mas fez bem em não o fazer. Este tipo de eventos não podem ser considerados como um custo, mas sim como um investimento gerador de um grande retorno", disse ainda Ceia da Silva.

Mário Pereira, presidente da autarquia, explicou precisamente que esta feira agrícola e comercial "é uma montra aberta do melhor que se faz no concelho", assim como tem sido, "nos últimos 30 anos, um foco de desenvolvimento da terra".

"A Alpiagra é e sempre foi a principal festa dos alpiarcenses, ponto de encontro de toda uma comunidade", acrescentou ainda o autarca, convidando todos a visitar o evento que reúne os principais agentes locais ligados à agricultura, comércio e serviços num espaço onde não faltam a gastronomia, doçaria, música e animação.

A câmara e a Associação Empresarial da Região de Santarém (Nersant) assinaram hoje um protocolo de colaboração com vista à criação do Centro de Inovação Empresarial de Santarém.

O documento, que prevê a instalação do centro nas instalações da antiga Escola Prática de Cavalaria, no centro da cidade, contempla ainda a transferência para aquele local dos serviços do núcleo de Santarém da Nersant, atualmente situados na zona industrial da cidade.

"É um dia extraordinariamente importante para a região de Santarém", disse a presidente da Nersant, Salomé Rafael, que salienta a aposta da associação na criação de novas empresas e no apoio a pessoas desempregadas que queiram criar o seu posto de trabalho.

"No âmbito do empreendedorismo já recebemos cerca de 300 ideias de negócios, 180 das quais que considerámos com viabilidade. Oitenta delas já estão mesmo no terreno a trabalhar e com postos de trabalho criados", afirmou Salomé Rafael.

O futuro Centro de Inovação Empresarial de Santarém vai ter 16 espaços para a instalação de ‘start-up’ de empresas no concelho. O edifício terá ainda de sofrer obras de remodelação, num investimento que a autarquia estima entre 330 a 340 mil euros e que será candidatado a fundos comunitários.

A candidatura, que foi desenvolvida ao longo dos últimos dois meses, vai ter de ser entregue até segunda-feira, dia 09 de setembro. O presidente da Câmara de Santarém, Ricardo Gonçalves, destacou a rapidez do processo, que disse ter sido fundamental para aproveitar "esta oportunidade única" de ajudar à criação de mais empresas e mais emprego.

"Não podíamos ficar agarrados a vírgulas", acrescentou o autarca, numa crítica implícita aos dois vereadores do PS que na reunião de câmara de 30 de agosto votaram contra o protocolo por não concordarem com a alínea que previa a possibilidade da Nersant vir a ceder a empresas, a troco de dinheiro, espaços disponibilizados gratuitamente pelo município.

O acordo de cedência das instalações tem um prazo de 10 anos, renovável automaticamente por iguais períodos. O protocolo prevê também que o pagamento das obras que não sejam financiadas pela União Europeia seja assumido pela Nersant, que fica ainda responsável pelas despesas na utilização do espaço, nomeadamente água, luz e telecomunicações.

Ao abrigo deste acordo, a Nersant vai ainda disponibilizar as suas equipas técnicas para apoiar todos os empreendedores do concelho que o solicitem. "Não queremos que as empresas sejam criadas para fechar logo a seguir mas para terem continuidade. Para isso precisam de espaço mas também de apoio, conhecimento jurídico e de gestão. Muitas pessoas não têm formação nestas áreas, mas têm ótimas ideias para criar o seu próprio negócio e dar emprego a outras", explicou Salomé Rafael.

A Nersant quer aproveitar o facto das futuras instalações terem um espaço amplo para fomentar a investigação e a inovação. O projeto prevê a construção de laboratórios que irão servir não só para empresas, mas também para parcerias com universidades e politécnicos da região no âmbito da investigação ligada ao setor agroalimentar e não só.

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