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Os representantes do núcleo de Santarém do Movimento Nacional dos Empresários da Restauração e os dirigentes da Associação Comercial de Santarém querem que o Governo baixe o IVA para o setor da restauração dos atuais 23% para 6%.

A ideia foi reforçada, mais uma vez, esta quinta-feira, 15 de novembro, numa reunião que as duas organizações mantiveram com o deputado Vasco Cunha, eleito pelo distrito de Santarém para a Assembleia da República nas listas do PSD e onde deram conta do descontentamento pela forma como se sentem representados pela Associação da Restauração e Similares de Portugal (ARESP).

As dificuldades no acesso ao crédito e o decréscimo do consumo foram outras das preocupações expostas pelos empresários ao deputado.

Cerca de meia centena de empresários, de diferentes países, vão estar na região, de 21 e 24 de novembro, para conhecer melhor o tecido empresarial do distrito e, eventualmente, abrir caminho à realização de negócios com as empresas ribatejanas.

Estes empresários, na sua maioria africanos, serão acompanhados por diversas entidades institucionais e governamentais, e vão estar no distrito para participar no Nersant Business 2012, um encontro internacional de negócios que a associação empresarial da região de Santarém está a organizar.

O objetivo passa por promover a região e as suas capacidades, quer em termos de inovação, quer em termos de competitividade perante empresas e entidades externas. A iniciativa pretende ainda alavancar a realização de negócios entre as empresas da região e os diversos mercados presentes.

Angola, Moçambique, África do Sul, Cabo Verde, Namíbia e Brasil são as seis delegações confirmadas neste encontro internacional de negócios, que se realiza em Torres Novas.

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Coube ao arquitecto Gonçalo Byrne fazer a apresentação do projecto da intenção de ampliação do Hotel Turismo de Abrantes, que, apesar de "estar ainda numa fase muito inicial", pretende enquadrar um novo edifício, espelhado, ao lado do existente, fazendo uma ligação entre a área que já existe e a nova.

O objectivo é triplicar o número de quartos, mais concretamente passar dos actuais 42 para 125, por forma a que a unidade possa ganhar escala.

Por outro lado, a construção do novo edifício contempla ainda dois pisos de garagens, até agora inexistentes, e outros três com quartos, áreas técnicas e um spa e ginásio.

Com uma nova entrada a ser feita pela Avenida 25 de Abril, a nova construção permitirá aumentar também o número de quartos numa segunda fase, na recuperação do edifício antigo de onde vão desaparecer as áreas técnicas.

Gonçalo Byrne explicou que o edifício, construído em 1954 em apenas dez meses, é um ícone na arquitectura da época, pelo que não haverá qualquer intervenção na sua estética.

A intervenção, a ser programada, tem apenas a ver com a recuperação do mesmo e a adaptação de espaços interiores uma vez que toda a logística passará a ser alojada no novo edifício.

Este novo edifício vai assentar no espaço ocupado pelas antigas piscinas municipais, cujo terreno foi cedido pela autarquia à empresa proprietária do hotel a um preço simbólico para permitir a obra que vai aumentar o número de quartos da unidade.

O impacto visual, revelou Gonçalo Byrne, “não se vai notar para quem entra pelo alto de Santo António”, actual via de acesso ao hotel e terá um impacte não muito grande pelo outro lado da cidade.

Carlos Marques, representante da administração da unidade hoteleira, revelou que este é um processo inicial mas fundamental para o futuro do hotel.

“Com este projecto poderemos em três anos, três anos e meio triplicar o número de quartos e também o número de funcionários que poderá atingir os 60 a 70”, explicou o responsável, acrescentando que o investimento, numa primeira estimativa inicial, poderá rondar entre 7,5 a 10 milhões de euros.

Carlos Marques salientou que o objectivo é a empresa candidatar-se aos programas de apoio que puder para ser ajudada a avançar para esta ampliação.

CCDR visita concelhos para ver mais de perto a dinâmica da região

A apresentação do projecto do hotel foi um dos pontos de passagem de uma visita dos responsáveis da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDR-C) ao concelho de Abrantes, e onde se inclui uma deslocação ao Tecnopólo do Vale do Tejo, em Alferrarede, e à fábrica da Mitsubishi, no Tramagal, que produz o modelo Canter para toda a Europa.

“Quero perceber a dinâmica de cada um dos concelhos e conhecer os seus projectos inovadores porque são eles que fazem da Região Centro uma região mais competitiva e inovadora”, explicou Pedro Saraiva, presidente da CCDR-C, que começou a realizar estas visitas no passado mês de Junho e já percorreu 30 dos 100 municípios da sua área de influência.

No contexto das reorganizações do território, também as comunidades intermunicipais do Médio Tejo e do Pinhal Interior Sul estão em processo de fusão ou agregação.

As conversas já se iniciaram e podem vir a ganhar bom termo, tanto mais que, segundo o presidente da CCDR-C, no próximo quadro de apoios 2014/2020 terá de haver uma redução de Unidades Territoriais (NUT) de nível 3 (associações intermunicipais) por forma a garantir uma melhor aplicação das estratégias europeias que assentam na competitividade, pelo que há que ganhar escala.

Esta é, para Pedro Saraiva, uma boa notícia porque revela que é um processo que está a iniciar-se por baixo, pela base, ao nível do entendimento. E se existir este entendimento o presidente da CCDR-C acredita que a fusão possa fazer-se de forma muito simples.

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