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Com os objectivos de atrair selecções nacionais de todo o mundo e atletas de alta competição durante a fase de preparação para os jogos olímpicos Londres 2012 e de se promoverem a nível interno, cinco centros de alto rendimento lançaram o projecto “ambição olímpica” em Rio Maior, na sexta-feira, 16 de Março.

O conceito, desenvolvido pelos centros de Rio Maior (natação), Caldas da Rainha (badminton), Jamor (atletismo, ténis, rugby, tiro com arco e golfe), Anadia (ciclismo) e Montemor-o-Velho (triatlo), servirá também para promover a identidade nacional e o espírito olímpico, segundo o que foi explicado na cerimónia de apresentação, que contou com a presença do ministro Miguel Relvas.

Miguel Relvas, em nome do governo, associou-se “a esta iniciativa privada apostada em divulgar os princípios contidos na carta olímpica e promover junto dos portugueses os nossos atletas que competirão em Londres”, segundo o que consta de uma nota de imprensa da Desmor, empresa municipal que gere o complexo desportivo de Rio Maior.

Sobre os Centros de Alto Rendimento, Miguel Relvas declarou, que, "são hoje procurados por treinadores e atletas estrangeiros para estagiar devido às condições excepcionais que aqui encontram nas mais diversas modalidades”. “O governo continuará a contribuir para a promoção nacional e internacional” destas unidades, prometeu o ministro, convicto de que estes “se manterão como fontes inspiradoras de novos sucessos dos atletas nacionais no plano desportivo ao mais alto nível”.

Além de representantes das Câmaras Municipais envolvidas, o lançamento do projecto contou com a presença do presidente Comité Olímpico de Portugal (COP), Vicente Moura, de Nuno Delgado, adjunto da missão olímpica portuguesa, e dos campeões olímpicos Carlos Lopes, Rosa Mota e Fernanda Ribeiro. A apresentação foi antecedida do segundo encontro da missão olímpica, que decorreu no centro de estágios de Rio Maior, e que levou à cidade muitos dos presidentes das federações desportivas e grande parte dos atletas e respectivos treinadores, já qualificados para os Jogos Olímpicos de Londres.

Segundo a Desmor, esta iniciativa tem o apoio do COP e da Secretaria de Estado da Juventude e do Desporto, “sendo o primeiro projecto da Identidade Nacional”, em que Luis Segadães (o mesmo que está por detrás dos concursos “7 maravilhas”) “é o promotor e organizador da ambição olímpica.”

Quinze produtores de vinho do Tejo vão apresentar e disponibilizar para prova os seus melhores vinhos a todos os que no dia 18 de março, domingo, visitarem a Casa do Campino, em Santarém.

O objetivo é aprofundar os conhecimentos dos visitantes sobre os vinhos da Região e o programa contempla ainda a realização de uma prova comentada pelo enólogo Sérgio Oliveira, prevista para as 17h00.

Além da exposição, provas gratuitas e vendas de vinhos do Tejo e outros produtos regionais, como queijos e enchidos, o evento vai também contar com uma tasquinha de iguarias preparadas pelos alunos da Escola de Hotelaria e Turismo de Santarém.

Ao longo da tarde, vão decorrer showcookings de pratos regionais, pastelaria e peixe do rio.

A organização é da Comissão Vitivinícola Regional (CVR) Tejo, em parceria com a Escola de Hotelaria e Turismo de Santarém e o Turismo de Portugal, que, de 27 de Abril a 1 de Maio, vai promover uma ‘Mostra de Vinhos do Cartaxo’. A iniciativa está marcada para o Pavilhão Municipal de Exposições do Cartaxo, e insere-se na XXIII Festa do Vinho.

A Câmara Municipal de Abrantes arrendou o reservatório de águas das Mouriscas, na barragem dos Negrelinhos, e a conduta adutora do reservatório de água de Chainça para a instalação de micro hídricas que vão produzir energia eléctrica.

O contrato de arrendamento destas infra-estruturas, pertença dos Serviços Municipalizados de Abrantes (SMAS), e o consórcio que as vai explorar, a Eneólica Hidropower, foi assinado no passado dia 7 de Março.

O acordo tem uma duração de 20 anos, e o consórcio vai pagar ao município uma renda anual em percentagem do que conseguir vender de energia.

Nas Mouriscas, segundo uma nota de imprensa da autarquia, “a utilização da água armazenada no reservatório será efectuada através de um bypass a instalar pelo consórcio na descarga de fundo, cabendo-lhe a responsabilidade da manutenção” e a obrigação de utilizar apenas “o caudal excedentário para aproveitamento energético”.

Significa isto que nunca poderão ser utilizadas as reservas de água para produção de electricidade “sempre que o nível da albufeira esteja a uma cota inferior a cinco metros abaixo do nível de pleno armazenamento”, ou seja, da cota máxima da albufeira, ressalva a mesma nota.

Na Chainça, o conceito é diferente, porque as turbinas serão colocadas à chegada do reservatório novo, na conduta de grande diâmetro que o abastece. “Aqui não há qualquer consumo de água no processo, apenas o aproveitamento da sua passagem, com elevada pressão, entre a estação de tratamento e o reservatório”, afirma a autarquia, explicando que se pretende “aproveitar um potencial energético que actualmente se perde completamente num jacto de água, sempre que o reservatório da Chainça enche”.

A Câmara de Abrantes salienta ainda que teve duas preocupações essenciais ao longo do processo negocial, “não afectar a qualidade da água, nem a capacidade de abastecimento público”.

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