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A Comissão Vitivinícola Regional do Tejo (CVR Tejo) vai realizar uma acção promocional nos hipermercados Continente, com o objectivo de aumentar as vendas nesta época natalícia e dar maior visibilidade ao seu catálogo de produtos.

Nos dias 14, 15, 21 e 22 de Dezembro, os vinhos do Ribatejo vão estar para degustação nas várias lojas Continente de norte a sul do país, onde os clientes dos hipermercados vão poder descobrir 12 vinhos diferentes de outros tantos produtores da região.

Participam nesta acção de promoção as adegas cooperativa de Almeirim e do Cartaxo, a Casa Cadaval, Casal Branco, Casal da Coelheira, Enoport, Falua, Fiúza & Bright, Parras, Quinta da Alorna, Quinta da Lagoalva e Quinta do Falcão.

Segundo dados estatísticos oficiais referentes às grandes regiões vitivinícolas, a região do Tejo foi a segunda que mais cresceu no ano de 2012, nomeadamente 15,6% em valor e 13,3% em volume.

Para o presidente da CVR Tejo, José Pinto Gaspar, estes dados divulgados recentemente são um "claro sinal do reconhecimento da qualidade dos vinhos da região Tejo", ao qual "os consumidores têm dado uma resposta bastante positiva".


O Inov’Linea vai apresentar o primeiro equipamento do país de conservação por aquecimento óhmico a estar disponível sem que as empresas do sector alimentar tenham que o adquirir no próximo dia 19 de Dezembro, às 14 horas, no Tecnopólo do Vale do Tejo, em Abrantes.

Com esta tecnologia alternativa à pasteurização convencional, o Inov’Linea pretende contribuir para o aumento da competitividade das empresas portuguesas do sector alimentar, que poderão utilizar este processo sem ter que comprar o equipamento.

Este organismo, em parceira com o AgroCluster do Ribatejo, está a preparar para 19 de Dezembro um workshop direccionado para empresas do sector com interesse na temática da conservação de alimentos, centros tecnológicos, universidades e investigadores.

Fundamentos, vantagens e as principais aplicações do aquecimento óhmico na indústria alimentar serão os temas sobre os quais se debruçará um representante do departamento de Engenharia Biológica da Universidade do Minho, ao passo que a Stazione Sperimentale Industria Conserve Alimentari (SSICA), de Parma, na Itália, se propõe a dar exemplos práticos de aplicação desta tecnologia nos produtos.

"O aquecimento óhmico, também designado por aquecimento por efeito de joule, é um processo que, por aplicação corrente eléctrica no alimento, promove o aquecimento do produto", explica uma nota de imprensa do TagusValley, onde se lê que "com este processo, é possível que num alimento com duas fases (sólida e líquida, por exemplo) a taxa de geração de calor em ambas seja similar, o que permite eliminar o sobreaquecimento de uma delas".

"Este processo para sopas, purés, polpas, sumos e pastas, entre outros, apresenta várias vantagens em relação às tecnologias de pasteurização convencionais, tais como, um aquecimento rápido e uniforme", acrescenta.

O tão aguardado projeto da fábrica de painéis fotovoltaicos da RPP Solar, em Abrantes, que numa primeira fase promete criar mais de 400 postos de trabalho, deverá conhecer desenvolvimentos na próxima segunda-feira, 3 de novembro.

A informação é da presidente da Câmara de Abrantes, Maria do Céu Albuquerque, que, em declarações esta sexta-feira à agência Lusa, revelou que o empresário Alexandre Alves, promotor do investimento, apresentou uma proposta para pagamento de 1,1 milhões de euros pelo terreno onde a fábrica está instalada, que vai ser discutida na reunião de câmara de segunda-feira.

No entanto, tendo em conta os avanços e recuos do projeto (ver notícias relacionadas), a autarca diz que prefere esperar para ver se o projeto significa efetivamente a criação de postos de trabalho e se se confirma como uma aposta com valor acrescentado para Abrantes, para a região e para o País.

Estas declarações de Maria do Céu Albuquerque foram feitas um dia depois da RPP Solar ter publicado um anúncio no jornal O Ribatejo, de Santarém, onde anuncia a abertura de 460 vagas de emprego para a fábrica de painéis fotovoltaicos, cuja construção tem sido objeto de polémica.

Dos 460 postos de trabalho que a RPP colocou no anúncio, 400 vagas são para a linha de montagem, 30 para técnicos de manutenção, 18 vagas para licenciados em engenharia industrial, mecânica, robóticas ou similares, entre outros, como professores, formadores e responsáveis por economia e gestão. As candidaturas podem ser feitas através do e-mail Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar..

Quanto a Alexandre Alves, até ao momento ainda não falou sobre os últimos desenvolvimentos do projeto. No entanto o empresário já havia garantido que duas das fábricas de painéis fotovoltaicos iriam abrir em janeiro de 2013.

 

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