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Numa tentativa de pressionar a administração da Celulose do Caima a aumentar salários e a rever o acordo de empresa, os trabalhadores desta unidade fabril em Constância anunciaram uma greve que visa paralisar a laboração, entre os dias 17 e 19 de Março.

A empresa, que está actualmente em fase de limpeza e manutenção, prevê reiniciar a laboração a 17 de Março, o que poderá não ocorrer devido ao início da greve.

O representante do Sindicato das Indústrias Transformadoras, Energia e Ambiente para o Centro Sul e Regiões Autónomas, Fernando Pina, disse à Agência Lusa que a greve foi aprovada em plenário de trabalhadores "pela resposta negativa à proposta de aumentos salariais e de revisão do acordo de empresa".

Segundo o mesmo dirigente sindical, esta paragem de três dias tem como objectivo pressionar a administração da Celulose do Caima “a apresentar uma proposta de aumento salarial e a revisão do acordo de empresa, uma vez que à proposta dos trabalhadores, a resposta foi de aumento zero”.

A edição de 2012 do prestigiado concurso francês “Vinalies Internationales” atribuiu dez medalhas de prata aos Vinhos do Tejo.

Da lista dos premiados, destaque para o “Casal da Coelheira Rosé 2011”, produzido no Centro Agrícola do Tramagal, Abrantes, que voltou a cotar-se como o único rosé nacional premiado pelo júri da competição.

Recorde-se que este mesmo néctar, com a colheita de 2010, foi também o único rosé português a alcançar a medalha de ouro na edição do ano passado deste concurso. Este ano, o tinto “Casal da Coelheira Reserva 2010” assegurou ao mesmo produtor a conquista de uma segunda medalha de prata.

A Companhia das Lezírias e a Quinta do Casal Monteiro também arrecadaram dois galardões prateados. O primeiro produtor com os vinhos “Companhia das Lezírias Samora Tinto 2010” e “Azul Portugal Branco 2011”, e o segundo com o “Forma de Arte Reserva Tinto 2009” e o “Casal Monteiro Chardonnay & Arinto Branco 2010”.

Os restantes vinhos e produtores da região do Tejo galardoados com prata são o “Casal do Conde Tinto 2010”, da Sociedade Agrícola Casal do Conde, o “Conde de Vimioso Reserva Tinto 2008”, da Falua, o “Falcoaria reserva Tinto 2007”, da quinta do Casal Branco, e o “Quinta da Lagoalva Reserva Tinto 2010”, da Quinta da Lagoalva.

Sobre o concurso, que já vai na sua 18ª edição, importa referir que decorreu em Paris, entre 2 e 6 de Março, organizado pela Union des Oenologues de France, e colocou à prova cerca de 3.900 vinhos provenientes das mais diversas regiões vitivinícolas mundiais.

Muito satisfeita com os resultados, a Comissão Vitivinícola Regional do Tejo (CVR Tejo) salienta que todos os vinhos ribatejanos premiados têm um preço de mercado inferior a oito euros, e que três dos néctares medalhados custam mesmo menos de cinco euros.

Isto “prova, por um lado, que a qualidade de um vinho não se mede pelo seu preço e, por outro lado, que a relação qualidade / preço é cada vez mais uma imagem de marca dos vinhos do Tejo”, refere José Pinto Gaspar, presidente da CVR Tejo.

Os empresários instalados na zona industrial de Rio Maior dizem-se “desesperados” com a onda de furtos de que têm sido vítimas e vão expor o problema à Câmara Municipal, exigindo medidas que protejam as suas unidades fabris dos amigos do alheio.

Segundo os lesados, ouvidos pela Lusa, os roubos provocaram prejuízos que ascendem a um milhão de euros, no ano passado.

António Carvalho, da Galtrailer, empresa de construção de veículos pesados de transporte e maquinaria agrícola, que exporta a quase totalidade da sua produção, disse à Lusa que a situação “é gravíssima”, não havendo uma das 54 empresas instaladas nesta zona industrial que não tenha sido assaltada, muitas delas várias vezes.

“Roubam o que querem. Estamos desesperados”, disse o representante dos empresários, lamentando o estado de abandono em que se encontra a área, para a qual reclamam controlo dos acessos, sobretudo à noite e ao fim de semana, e reforço da iluminação e das rondas nocturnas.

O empresário indicou à Lusa que o tipo de assalto que é praticado na zona – com furto de equipamentos industriais e componentes da indústria pesados, como máquinas de soldar, eixos, pneus, sistemas de travagem e eléctricos, cabos de cobre, gasóleo, entre outros – “requer meios também pesados” e demora tempo.

“Quando vemos noticiados furtos de poucos milhares de euros e são esquecidos estes, parece-nos no mínimo um escândalo”, afirmou, lamentando que nada seja feito para pôr cobro a uma situação que só vem agravar mais ainda as condições que as empresas já enfrentam perante “a crise económica avassaladora” que se vive.

No caso da Galtrailer, António Carvalho afirmou que num assalto a seguir ao Natal “levaram 60 rodas de camião” (com um custo de cerca de 800 euros cada) e nem o reforço dos alarmes entretanto instalados evitou que no passado dia 25 de Fevereiro tenham tirado mais 20 rodas a um conjunto de camiões, um deles militar, que estavam prontos para sair para exportação.

“A maior vergonha é sabermos que por vezes são identificados alguns dos autores destes crimes, mas quando são presentes a tribunal saem em liberdade com termo de identidade e residência, muitas vezes falsa, obrigando a polícia a dedicar meios que se revelam infrutíferos, e, passado pouco tempo, muitos deles voltam a cometer crimes idênticos, fazendo desta actividade o seu modo de vida”, afirmou.

O representante lamentou ainda a incapacidade de identificar e punir as redes de receptadores e sublinhou que os materiais roubados, tratando-se de componentes industriais novos, “só são vendáveis através de industriais similares ou outros intermediários do ramo”.

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