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No final do Verão de 2013, o Tecnopólo do Vale do Tejo, em Abrantes, deverá ter condições para a construção de infra-estruturas para projectos de maior dimensão e um acelerador de empresas para integrar negócios empresariais saídos da incubadora.

O contrato para a infra-estruturação do Tecnopólo, uma obra no valor de 1,3 milhões de euros, foi assinado na quinta-feira, dia 20 de Dezembro, entre a direcção do TagusValley e um consórcio formado pelas empresas Asibel Construções e Asibetumes Obras Públicas.

A empreitada, que se deverá iniciar em meados de Janeiro do próximo ano, vai completar a primeira fase de infra-estruturação deste parque de ciência e tecnologia.

A intervenção inclui a construção de um novo acesso no lado este, a demolição do muro envolvente, a urbanização de quatro hectares, a regulação da linha de água que atravessa o Tecnopólo, a instalação de sistema de segurança, os respectivos arranjos exteriores, a colocação de fibra óptica e sinalização, criação de rede eléctrica, iluminação pública, saneamento e gás.

Inserido no projecto "INOV.TECH", o investimento é co-financiado em 85% pelo Programa Operacional Regional do Centro, no âmbito do Sistema de Apoio a Parques de Ciência e Tecnologia e Incubadores de Empresas de Base Tecnológica.

A Associação Empresarial da Região de Santarém (Nersant) esteve na Turquia entre os dias 17 e 19 de dezembro, em missão empresarial liderada pelo Primeiro Ministro, Pedro Passos Coelho.

O presidente da Comissão Executiva da Associação Empresarial da Região de Santarém (Nersant), António Campos, esteve na Turquia de 17 a 19 de dezembro, incluído na missão empresarial liderada pelo Primeiro Ministro, Pedro Passos Coelho, e acredita que esta iniciativa vai iniciar um ciclo de ações de internacionalização entre os dois países.

“Com esta viagem de negócios, a Nersant pretende abrir caminho para um relacionamento comercial e económico entre as empresas da região e as empresas turcas”, disse António Campos, acrescentando que a viagem de negócios serviu para a “associação empresarial fazer trabalho de campo e perceber as reais oportunidades de negócio da Turquia e se as mesmas se adaptam ao tecido empresarial ribatejano”, revelou.

O programa da missão contemplou a realização de um Fórum Empresarial em Ankara, dia 18 de dezembro, que contou com a presença do Primeiro Ministro, do Ministro da Economia e do Ministro da Economia da Turquia. Após a realização do seminário, foram realizados diversos encontros de negócios entre a delegação portuguesa e empresários e entidades turcas.

“Os diversos encontros realizados permitiram o estabelecimento de contactos com associações congéneres turcas para a eventual programação de uma missão empresarial da Nersant à Turquia, bem como de uma receção de empresas turcas no Ribatejo”, revelou António Campos.


"Um monte de aço inox reluzente, mas que me deixou emocionado" foi a expressão utilizada pelo presidente do Agrocluster do Ribatejo, Carlos Lopes de Sousa, para classificar a máquina de aquecimento óhmico que chegou em Agosto deste ano ao Tecnopólo do Vale do Tejo, em Abrantes.

Trata-se de um equipamento que vai ajudar a inovação e o desenvolvimento de produtos na área agro-alimentar, disponível para todas as empresas portuguesas e que, segundo os responsáveis do Tagus Valley, é o primeiro equipamento do género a funcionar no nosso país.

Carlos Lopes de Sousa revelou que, há dez anos, quando apresentou o primeiro projecto para o Centro de Transferência de Tecnologia Alimentar, a funcionar em Alferrarede, este era um sonho, mas que agora se transformou em realidade.

E, no seguimento deste centro, trata-se de uma “tecnologia que fica disponível para as empresas da região e do país. Usem-na”, acrescentou o responsável.

 

Maria do Céu Albuquerque, presidente do Tagus Valley e da Câmara Municipal de Abrantes, destacou o investimento de quase dois milhões de euros em tecnologia para o Tecnopólo.

“As empresas do sector alimentar podem agora fazer experiências e testar protótipos dos produtos que pretendem lançar no mercado, ao nível da conservação”, revelou a autarca, destacando a importância crescente deste centro no sector.

O investimento neste equipamento de aquecimento óhmico rondou os 530 mil euros, com uma comparticipação de 85%, num pacote de tecnologia que foi candidatada a fundos comunitários.

É mais um passo, revelou, para fortalecer um sector “que é muito importante para a economia nacional”.

Com a aquisição deste equipamento, instalado por um técnico italiano, o Inov’Linea pretende contribuir para o desenvolvimento das empresas que podem usar o equipamento sem necessidade de o adquirir.

Tecnologia ao serviço da inovação

O aquecimento óhmico, também designado por aquecimento por efeito de joule, é um processo que, por aplicação corrente eléctrica no alimento, promove o aquecimento do produto.

Com este processo é possível que num alimento com duas fases, (sólida e líquida, por exemplo), a taxa de geração de calor em ambas seja similar, o que permite eliminar o sobreaquecimento de uma delas.

Este processo, de conservação, pode ser usado em sopas, purés, polpas, sumos e pastas, entre outros, apresenta várias vantagens em relação às tecnologias de pasteurização convencionais, tais como, um aquecimento rápido e uniforme, não necessita de superfícies para transferência de calor, é ideal para alimentos sensíveis ao stress térmico, tem controlo bastante simples e com custos de manutenção reduzidos, e possibilidade de aumentos de eficiências energéticas; entre várias outras.

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