PUB

banner chamusca alice

PUB

banner cms riscos

O novo director geral da empresa municipal Águas de Santarém (AS) já está escolhido mas só vai ser revelado na próxima reunião do executivo municipal, que se realiza no dia 21 de Janeiro, segunda-feira, às 9h30.

A informação foi confirmada ao Rede Regional pelo presidente do Conselho de administração da empresa, Ricardo Gonçalves, que é também presidente da Câmara de Santarém.

Recusando-se a avançar com o nome do substituto, ou substituta, de Marina Ladeiras, que pediu a demissão no início do mês, o responsável máximo pela empresa que gere a água e o saneamento em todo o município, confirma que o assunto foi discutido esta quinta-feira, dia 10, na reunião do Conselho de Administração da AS, admitindo que o nome já está escolhido mas reafirmando que só vai ser revelado na reunião de câmara de 21 de Janeiro.

Quanto à situação de Marina Ladeiras, que pediu a demissão a 4 de Janeiro, justificando a decisão com o facto de querer voltar ao lugar de directora comercial das Águas de Cascais, está de baixa até 5 de Fevereiro, data em que cessará a sua ligação à Águas de Santarém.

Marina Ladeiras, licenciada em economia pelo ISCTE, dirigiu as Águas de Santarém durante quase cinco anos, de Fevereiro de 2008 a Janeiro de 2013. Antes tinha sido vice-presidente da Prolagos (Março de 2006 a Dezembro de 2007) e directora comercial da Águas de Cascais (2004 a 2006).

Até à nomeação do novo director geral, os três elementos do conselho de administração – Ricardo Gonçalves, Teresa Ferreira e Fernando Azinheira - têm reforçado a sua presença no dia a dia da empresa, de forma a que a ausência da directora demissionária não se faça sentir.


A estratégia para a requalificação do centro histórico de Abrantes, apresentada na quinta-feira, 10 de Janeiro, assenta em três pilares, designados por três C's : Centro Comercial, Condomínio Residencial e Centro Cultural.

A apresentação das linhas estratégicas de atuação esteve a cargo de Augusto Mateus, que passou em revista as quatro áreas do trabalho que o próprio desenvolveu ao longo dos últimos dois anos: mobilidade, comércio, requalificação urbana e património, e ainda a estratégia global.

Perante dezenas de abrantinos, Augusto Mateus começou por apresentar a análise SWOT, ou seja, os pontos fortes, fracos, as oportunidades e as ameaças para o centro de Abrantes.

Seguiu-se a apresentação da estratégia, ou seja, o caminho que pode ser seguido para conseguir revitalizar esta zona da cidade que apresenta sinais de desertificação, embora tenha oportunidades claras para ser um centro com habitantes jovens, com comércio diferenciador e com espaços públicos atractivos.

“A estratégia tem de servir as pessoas e os territórios ou então não vale nada” sublinhou o consultor, acrescentando que “não posso vender uns sapatos 43 a quem calça o 37, por mais bonitos que sejam”.

Com esta frase, Augusto Mateus tentou explicar que as estratégias para Abrantes têm de ser desenhadas para Abrantes e não uma cópia do que se faz noutras cidades de maiores dimensões.

Há muito trabalho a fazer e as linhas orientadoras estão lançadas, mas é preciso agora que os agentes locais, começando pela autarquia, atue de braços dados com moradores e comerciantes: “há investimento público a fazer mas também investimento privado”, disse.

No domínio da mobilidade, em Março próximo vai avançar o novo plano de estacionamento desenvolvido pela empresa de consultores e no domínio do espaço público.

Como não há verbas para grandes investimentos, a autarquia vai avançar para a aquisição de mobiliário urbano no sentido de diferenciar o centro histórico, casos de esplanadas, papeleiras e tontens com indicação de direcções de lojas e serviços, que vão brevemente ser instalados.

Em jeito de conclusão, Augusto Mateus revelou que esta estratégia tem de assentar num centro histórico como ponto de encontro, onde acontecem coisas, onde há oferta diversificada, bonito e funcional, um sítio onde se tem de ir e onde se deve ter a sensação que vale a pena ir, onde se deve ter a sensação que toda a gente vai.

Presidente da Câmara mostra 24 ideias para o centro da cidade

Pegando na estratégia da equipa de Augusto Mateus, Maria do Céu Albuquerque, presidente da Câmara Municipal de Abrantes, apresentou um conjunto de ideias para por em prática, que vão desde o novo modelo de estacionamento, passando pela aquisição de mobiliário urbano, ou por um pacote de isenções para os comerciantes do centro histórico.

A autarquia quer ainda que novos comerciantes ocupem os espaços devolutos, propondo-se a criar uma espécie de incubadora comercial em que, entre outros apoios, a Câmara poderá suportar os primeiros seis meses de renda aos projetos que se candidatem a estes espaços.

A área residencial no centro também vai estar no centro das atenções.

Como projetos a desenvolver e implementar, Maria do Céu Albuquerque referiu a tapada do Fontinha para parque de mercados e feiras, a antiga garagem da rodoviária para centro de saúde e serviços da segurança social, o antigo centro de emprego para residência de estudantes, o antigo quartel dos bombeiros para galeria de arte, a restauração do Convento de S. Domingos para a primeira fase do Museu Ibérico de Arqueologia e Arte (ficando a torre da autoria do arquitecto Carrilho da Graça para outra fase), o restauro das igrejas da Misericórdia, S. João e S. Vicente, o mercado diário de Abrantes, e uma intervenção no Jardim da Republica, no Jardim do Castelo, entre outros.

Alguns deles carecem de investimentos avultados, pelo que poderão ter de esperar por financiamento externo, mas outros, de menores dimensões, vão mesmo avançar, como a residência de estudantes, cujo investimento será da ordem dos 150 mil euros e poderá avançar rapidamente e por ajuste direto.


O fórum regional do Ribatejo "O vinho e o mundo rural", que se realiza em Coruche no próximo dia 18 de janeiro, marca o arranque de uma série de encontros que irão culminar no grande "Congresso Nacional do Vinho e do Mundo Rural", que vai decorrer durante a 50ª edição da Feira Nacional da Agricultura, em Santarém, em Junho.

As conclusões do fórum regional de Coruche vão ser apresentadas uma semana depois, a 25 de janeiro, no museu rural e do vinho do Cartaxo, numa sessão marcada para as 15 horas.

"Cada fórum regional tem como missão abordar a realidade e especificidades de cada região, seguindo as diretrizes dos cinco temas nacionais, comuns a todos encontros", explica uma nota de imprensa da Câmara de Coruche, acrescentando que os temas propostos pela Associação dos Município Portugueses do Vinho (AMPV) são os "novos desafios do mundo rural e a inovação", "vinho e economia sustentável", "vinho e comunicação", "vinho, gastronomia e turismo", e "vinho, autarquias e agentes locais".

Pelo Observatório do Sobreiro e da Cortiça de Coruche, entre as 10 e as 18 horas, vão intervir como oradores e moderadores dos debates e painéis Dionísio Mendes (presidente da Câmara de Coruche), Joana Grácio (INOV’LINEA - Centro de Transferência de Tecnologia Alimentar), Maria do Céu Albuquerque (presidente da Câmara de Abrantes, pela Tagus - Associação para o Desenvolvimento Integrado do Ribatejo Interior), José Gaspar (Comissão Vitivinícola Regional do Tejo), Salomé Rafael (Nersant), Paulo Varanda (presidente da Câmara do Cartaxo, pela Recevin), e José Arruda (AMPV), entre muitos outros responsáveis de instituições e empresas.

Mais artigos...

Slide backgroundSlide thumbnail

PUB

PUB

Scalhidraulica

Quem está Online?

Temos 705 visitantes e 0 membros em linha