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Economia

“Cada empresário tem que dedicar tempo à sucessão da sua própria empresa, ou seja, tem de procurar soluções que garantam a continuidade da mesma no futuro”. A opinião é de Roberto Morales, sócio diretor RMA & Associados, especialista em sucessão de empresas familiares, e foi dita durante um seminário sobre sucessão e continuidade das empresas familiares, organizado pela Associação Empresarial da Região de Santarém (Nersant).

O especialista argumenta que as empresas familiares têm tendência a desaparecer, porque, no seio da família, há um certo desconforto em debater problemas empresariais, e defende que é imprescindível uma “planificação antecipada com critério empresarial”.

Roberto Morales deu a conhecer algumas das ferramentas que os empresários podem utilizar de maneira a salvaguardar a sua empresa, entre elas a elaboração de um testamento, onde o empresário defina a responsabilidade dos seus descendentes em caso de morte, e a elaboração de um protocolo familiar, em que se definem, entre os membros de uma família empresarial, medidas que podem ser de extrema importância e até essenciais na hora da sucessão da empresa.

O especialista exemplificou o protocolo empresarial com a assinatura de um acordo entre os diversos filhos de um empresário, onde estes se comprometem a casar com separação de bens. “É importante separar o que é a empresa e o que é a família. Ter cônjuges na empresa é um risco”, frisou Roberto Morales.

O seminário, cuja abertura esteve ao cargo de António Campos, presidente da Comissão Executiva da NERSANT, contou com a presença de 30 empresários da região, acompanhados, em muitos casos, pelos filhos.



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