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Economia

As Comunidades Intermunicipais (CIM) da Lezíria do Tejo, Médio Tejo e Beira Baixa assinaram esta quinta-feira, 9 de setembro, na Agroglobal, feira agrícola que se realizou durante três dias em valada, no Cartaxo, um documento conjunto com vista à concretização da construção da Barragem do Alvito, no rio Ocreza.

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O documento considera o impacto direto da construção da barragem com fins múltiplos nas regiões da Beira Baixa, Médio Tejo e Lezíria do Tejo, um fator decisivo para a sustentabilidade do seu desenvolvimento e lembra que a bacia do Tejo integra as áreas de regadio mais importantes que temos no País, com forte impacto nas exportações e no equilíbrio da nossa balança comercial.

Faz ainda referência aos caudais lançados pela barragem de Alcântara (Espanha) em direção a Portugal durante o período crítico de estiagem, que são extremamente irregulares, tornando difícil o seu aproveitamento no nosso país sem dispor de armazenamento adicional.

A juntar a isto, a capacidade de regularização no leito do Rio Tejo é praticamente nula, pois as barragens do Fratel e de Belver são fios de água.

Assim, o País tem apenas alguma capacidade de controle no caudal do Tejo, quando ele já vai a meio do território, a partir de Constância, utilizando os caudais disponíveis nas barragens do seu afluente, o Rio Zêzere.

Considerando que é muito importante construir em Portugal aproveitamentos com capacidade de armazenamento que nos coloque ao abrigo de qualquer falha proveniente dos usos dados a água que vem de Espanha (já o fizemos na bacia do Douro e o mesmo foi feito no Guadiana com o Alqueva), e de períodos de seca prolongados", o documento apresenta como "desígnio nacional e investimento prioritário a construção da barragem do Alvito, no rio Ocreza, com fins múltiplos".

"Trata-se de um investimento não muito vultuoso, que tem sido adiado há várias décadas, e cujos estudos já estão prometidos pelo Governo desde abril de 2019. Em pleno século XXI, Barragem cheia 2030 é um objetivo realista, que depende apenas da vontade política para o assumir como prioritário", conclui o documento, a assinado pelos presidentes das CIM da Lezíria do Tejo e da Beira Baixa, Pedro Ribeiro e Luís Pereira respetivamente, e pelo vice-presidente da CIM Médio Tejo, Vasco Estrela.

Antes da cerimónia de assinatura decorreu uma apresentação sobre “A Barragem do Alvito: armazenar para melhor gerir”, pelo diretor do Serviço de Hidráulica e Ambiente da TPF - Consultores de Engenharia e Arquitetura, SA, Mário Samora.



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