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Economia

A presidente do Grupo Parlamentar do Partido Socialista na Assembleia da República, Ana Catarina Mendes, reuniu na sexta-feira, 2 de julho, com a direção da NERSANT – Associação Empresarial da Região de Santarém, para conhecer o tecido económico da região, as suas problemáticas, bem como o parecer da associação quanto à sua resolução.

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Na reunião, o presidente da NERSANR, Domingos Chambel, começou por dar a conhecer a heterogeneidade da economia ribatejana – a Lezíria do Tejo mais focada no setor agroalimentar e o Médio Tejo, nos serviços – que tornou esta região mais resistente à crise económica provocado pela pandemia Covid-19.

“Se no Médio Tejo houve uma redução das exportações, a Lezíria do Tejo, com o seu potencial agroalimentar, aumentou as exportações durante a pandemia, o que resultou na redução total das exportações regionais em 6,56%, metade da média nacional”, disse Domingos Chambel.

Quanto aos maiores problemas da região e que devem carecer de intervenção governativa, Domingos Chambel levantou, em primeiro lugar, dificuldades no âmbito das infraestruturas e acessibilidades, nomeadamente com a Ponte da Chamusca, “problema que urge resolver”.

“É fundamental que se realize a ligação da A13, em Almeirim, ao IC3, junto a Vila Nova da Barquinha. A ausência desta ligação está a empurrar 900 camiões por dia para cima do tabuleiro da ponte da Chamusca, que não tem essa capacidade. Por outro lado, 400 camiões carregados de resíduos - muitos deles perigosos -, circulam na Nacional 118 e atravessam a malha urbana de Almeirim, Alpiarça e Chamusca, rumo ao Eco Parque do Relvão, na Carregueira, concelho da Chamusca, que recebe resíduos de todo o país. Esta ligação já esteve projetada, e agora, nem sequer está no Plano Nacional de Investimentos. É urgente revitalizar este investimento”, disse.

A perda de população, sendo, por isso, muito difícil encontrar mão-de-obra qualificada neste território, foi outro dos problemas apontados por Domingos Chambel. “No nosso plano estratégico, esta é uma das nossas prioridades: atrair população através da oferta de formação de excelência, em consonância com os interesses das empresas, com os privados a ter uma palavra na decisão dos cursos a ministrar”, fez saber o presidente da NERSANT, acrescentando que este deve ser um projeto integrado “com um plano de mobilidade e com um plano habitacional”.



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