Economia

A Associação Empresarial da Região de Santarém (Nersant) considera que a descida da Taxa Social Única (TSU) é uma medida que “permitirá a diminuição dos custos das empresas, com o consequente aumento da sua competitividade” e que cabe ao Governo “efetuar as modelações necessárias para que as restantes medidas se tornem justas e eficazes, contribuindo para a coesão social”.

Num comunicado de seis pontos, onde analisa várias questões da vida económica do país, a Nersant considera fundamental que o Governo “incremente o apoio às empresas, facilitando o seu financiamento, apostando na formação, na internacionalização, no empreendedorismo”, mas também que se proceda à “necessária reforma do Estado e à redefinição do seu papel e linhas de atuação”.

A associação alerta que “o financiamento das empresas não pode esperar” e que “é fundamental a dinamização do QREN” e “que a banca possa retomar o normal financiamento das empresas, sendo também urgente que se concretize, com celeridade, o pagamento das dívidas em atraso do Estado”.

“Portugal tem muitas e boas empresas. Empresas viáveis e com provas dadas nos mercados nacional e internacional. É fundamental que, em hora de maior dificuldade, o Estado desenvolva todos os esforços para permitir que superem esta fase e sigam o rumo do desenvolvimento”, termina o comunicado.