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Economia

De acordo com a ACEPI (Associação da Economia Digital), o valor do e-commerce B2C em Portugal foi, só no ano passado, de quase 8 mil milhões de euros, o que representa um crescimento de 2 mil milhões de euros em relação a 2019.

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Este crescimento expressivo deve-se, sobretudo, ao aumento da presença na Internet das micro e pequenas empresas (que representam a maioria do tecido empresarial português), face ao ano anterior. A percentagem de empresas com presença na Internet é agora 60% do número total de empresas, sendo que, num anterior estudo da ACEPI, apenas 40% das empresas tinham presença online.
Outro dado de realce que salta da análise ao estudo ACEPI é a importância crescente que as empresas, em especial as mais pequenas, estão a dar às redes sociais e aos marketplaces que estas últimas disponibilizam. O crescimento do volume das empresas com página nas redes sociais, face ao ano anterior, é significativo, situando-se atualmente nos 76% sendo que metade tem presença em marketplaces.
Se cruzarmos os dados deste relatório com o estudo semestral “Markbeat Portugal” que nos diz que, na primeira metade de 2020, a procura por espaços logísticos aumentou 33% face ao ano anterior, chega-se facilmente à conclusão que o E-commerce está a alavancar a procura de espaços adaptados a este modelo de negócio.
Isto é ainda mais visível nos grandes centros urbanos, territórios onde o mercado imobiliário está estrangulado e sobram poucos espaços deste tipo. Aliás, a confirmar o que acabamos de dizer está o altíssimo volume de pesquisa nos motores de busca pelos termos “armazém aluguer Lisboa” nos últimos meses e, em particular, no início deste ano.


Razões para o aumento da procura de espaços self storage
Este crescimento no número de negócios que optaram por se lançarem exclusivamente numa plataforma e-commerce ou que adotaram um modelo de negócio hibrido/omnichannel (articulação entre loja física e loja online de uma mesma empresa) veio levantar uma série de problemas logísticos, em especial aqueles ligados ao espaço de armazenamento.
Como se percebe da análise dos dados da ACEPI, uma grande parte dos novos negócios online em Portugal recém-criados pertencem a PMEs (pequenas e médias empresas) que funcionam muitas vezes a partir de casa dos seus criadores ou em espaços de dimensão exígua que não conseguem acomodar aumentos de stock que normalmente acompanham picos de procura por parte dos consumidores.
Mesmo em empresas de maior dimensão, em que os volumes de vendas e procura são muito mais elevados, existem constrangimentos em termos de espaço disponível em armazém e, não despiciendo, custos elevados de aluguer.
É assim, no intuito de satisfazer estas necessidades dos agentes económicos que operam no mercado online que modelos de armazenamento self storage ou mini armazéns têm vindo a conhecer uma procura crescente.
Para além do suporte à logística de pequenas e médias empresas e custos menos elevados do que um aluguer “normal” ou compra de um novo espaço, os mini armazéns apresentam ainda uma série de outras atrativos que os tornam tão cativantes.
A segurança (por norma, as empresas de self storage oferecem videovigilância e apertados procedimentos de segurança 24/7), manutenção regular, espaço para cargas e descargas e tipologias diversificadas em termos de tamanho e preço, são algumas das muitas valências que estes espaços oferecem às empresas.
Todas estas soluções tornam-se ainda mais importantes quando falamos de empresas dentro de grandes centros urbanos. Como referimos anteriormente, a falta de espaço nestes territórios é crónica e os preços de aluguer de um imóvel alternativo são altamente proibitivos.
Também não nos podemos esquecer dos casos em que uma plataforma empresarial de e-commerce encontra-se fora do Porto ou Lisboa, mas cujo grosso das suas vendas provêm exatamente destas grandes cidades. Perder clientes pela demora nas entregas está fora de questão, pelo que muitas destas empresas vêm com bons olhos a criação de um minicentro de distribuição que diminua os tempos de entrega e lhes dê uma vantagem competitiva sobre os demais.
Quer num caso, quer no outro, um mini armazém como aqueles que a All Storage disponibiliza, empresa especialista no aluguer de armazéns, arrecadações e self storage em Lisboa, afigura-se como uma alternativa extremamente válida e rentável.
Um mini armazém em Lisboa desta empresa varia entre 1m2 e 25 m2, é convenientemente ventilado, tem meios de apoio ao transporte dos bens da empresa dentro de cada unidade, está acessível 24 horas por dia e vem com a possibilidade de arrendamento com fechadura eletrónica.
Além disso, estes mini armazéns estão preparadas para acomodar todo o tipo de bens por um período mínimo de permanência de 30 dias e ainda oferecem espaço para cargas e descargas, estacionamento fácil e uma proximidade a clientes e fornecedores do centro da cidade.
O contrato é feito à medida das necessidades do cliente, podendo entrar na data que pretender, devendo, no entanto, confirmar a disponibilidade da box que pretende.



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