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Economia

As candidaturas ao “Programa de Apoio à Produção Nacional” para o território do Médio Tejo estão abertas até ao próximo dia 31 de março, num programa que apoia a fundo perdido os investimentos para a expansão e modernização da produção das micro e pequenas empresas até 235 mil euros, num total de mais 7,5 milhões de euros disponíveis para projetos na área da indústria e turismo nesta região.

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A Nersant, que já realizou um webinar onde explicou o Aviso referente à abertura das candidaturas, está a apoiar as empresas na elaboração das mesmas, devendo os empresários interessados contactar a associação através dos contactos Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. ou 249 839 500.
Segundo uma nota de imprensa da Nersant, este programa “vem substituir o SI2E – Sistema de Incentivos ao Empreendedorismo e ao Emprego, sendo que neste novo apoio apenas é necessário que as empresas assumam o compromisso de manter os postos de trabalho, e não de criar novos, como acontecia no anterior”.
O Programa “pretende, assim, estimular a produção nacional através do financiamento dos investimentos físicos das empresas, criando condições para que se mantenham os postos de trabalho da empresa”, explica a associação, acrescentando que são elegíveis “investimentos de micro e pequenas empresas enquadrados nas atividades das indústrias extrativas e transformadoras, bem como nas atividades ligadas ao setor do turismo, entre 20.000 e 235 mil euros”.
O investimento não tem em conta o CAE principal da empresa, mas sim o conjunto de despesas a que se candidata, assim como não tem em conta a sede da empresa, mas sim a localização do investimento; logo, para serem elegíveis, os investimentos terão de ter como destino um dos concelhos da região do Médio Tejo, Abrantes, Alcanena, Constância, Entroncamento, Ferreira do Zêzere, Mação, Ourém, Sardoal, Tomar, Torres Novas, Vila Nova da Barquinha, Sertã e Vila de Rei.
“Custos de aquisição de máquinas e equipamentos, custos de aquisição de equipamentos informáticos, custos inerentes à criação de novas marcas ou coleções, material circulante diretamente relacionado com o exercício da atividade, estudos, diagnósticos, auditorias, planos de marketing, serviços tecnológicos/digitais, sistemas de qualidade e de certificação e obras de remodelação ou adaptação, para instalação de equipamentos produtivos financiados no âmbito deste projeto, são as despesas elegíveis”, segundo a nota da Nersant.

 



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