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Economia

O líder da RPP Solar, Alexandre Alves, garante que em Janeiro do próximo ano duas das fábricas que já estão construídas começarão a laborar com 380 trabalhadores, e que ao logo de 2013 estarão mais duas em fubncionamento, somando 800 colaboradores e que em 2014 o projeto fica concluído com 2000 postos de trabalho.

A garantia foi dada já hoje em declarações ao site Dinheiro Vivo (www.dinheirovivo.pt), em que o empresário reafirma também que não recebeu um tostão do Estado para este projeto. “O que estava previsto era um apoio para os equipamentos, mas depois de os ter instalados não preciso do Estado para nada", disse Alexandre Alves ao referido jornal.

O responsável da RPP Solar admite que o projeto está atrasado um ano mas classifica a decisão do executivo de rescindir o contrato como um “desgoverno”. Segundo disse ao Dinheiro Vivo, o contrato com a Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP) previa uma comparticipação a fundos perdidos para equipamentos, na ordem dos 6.2 (cerca de 57 milhões de euros), mais benefícios fiscais de 60 milhões de euros a descontar em lucros futuros.

"Atualmente já investimos 107 milhões de euros de capitais próprios, e a empresa tem um passivo de 10 milhões de euros, a fornecedores, que serão pagos até ao final do ano", acrescenta Alexandre Alves.

 

 

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