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Economia


A Confraria Enófila Nossa Senhora do Tejo, sedeada no Cartaxo, quer alcançar “uma dinamização mais permanente” na sua própria sede, a galeria José Tagarro, que poderá tornar-se num espaço de promoção e venda de vinhos ao público.

Este foi um dos objectivos futuros traçados pelo grão-mestre da confraria, Pedro Castro Rego, durante o capítulo-geral que realizou no salão nobre da Câmara do Cartaxo, na sexta-feira, 12 de Maio.

Além da aprovação do relatório e contas de 2011 e do planeamento das actividades a realizar durante este ano, os confrades reforçaram a ambição de partir para iniciativas que aumentem a notoriedade dos vinhos ribatejanos e da cultura a eles associada, promovendo assim a identidade da região.

“Nós estamos numa posição muito privilegiada, tão próximos de Lisboa, perto do grande centro consumidor do país, e no entanto há muita gente que desconhece a nossa cultura, as nossas tradições”, constatou Pedro Castro Rego, que defende que “o trabalho que ainda há para fazer compete a todas as entidades da região”, que devem unir-se e trabalhar juntos para o mesmo fim.

Entre as principais potencialidades da região, está a “indiscutível” qualidade dos seus vinhos. “Os prémios nacionais e internacionais ganhos pelos vinhos do Tejo provam, de uma forma isenta, que esta região está hoje a produzir excelentes vinhos”, frisou.

Criada a 24 de Maio de 2000, a Confraria Enófila de Nossa Senhora do Tejo agrega neste momento 110 associados, entre produtores, especialistas, pessoas ligadas à história e à cultura e meros apreciadores de vinho.

No próximo dia 9 de Junho, a confraria organiza um passeio de automóveis antigos, com partida da cidade do Cartaxo e um programa que inclui visita a várias quintas da região.



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