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Economia


“Sou um tipo cujos 15 minutos de fama foram gastos numa entrevista ao New York Times, a falar sobre papel higiénico”, gracejou o administrador da Renova, Paulo Pereira da Silva, durante uma palestra no jantar do 1º aniversário do BNI Estratégia em Abrantes, na sexta-feira, 4 de Maio.

Convidado para falar sobre os “desafios da inovação empresarial”, o responsável explicou aos presentes os resultados que o lançamento do papel higiénico preto trouxe à empresa de Torres Novas, e cuja genial campanha de marketing se tornou um “case study” a nível mundial.

Depois de ter explicado como germinou nele a ideia de lançar este invulgar produto, “num espectáculo em Las Vegas onde os trapezistas andavam com panos pretos de um lado para o outro”, Paulo Pereira da Silva confessou que, ao início, “parecia uma coisa tão estúpida e tão absurda, que eu próprio tive receio e as minhas dúvidas”.

Mas o papel higiénico preto acabou por catapultar o nome Renova por todo o mundo e “pôs toda a gente a falar, bem ou mal, de uma coisa que até aí não tinha interesse absolutamente nenhum”.

E a Renova transformou-se numa marca. “As empresas têm que inovar e ser criativas ao ponto de criar a sua própria marca, porque é aí que está o seu valor acrescentado”, foi a principal mensagem deixada aos empresários de Abrantes, Mação e Sardoal por Paulo Pereira da Silva, para quem “ninguém se pode dar ao luxo de ter medo de arriscar.

“Muitas vezes, censuramo-nos a nós próprios e evitamos arriscar fazer coisas que podem parecer ridículas”, disse o empresário, para quem “não se pode ter medo de inovar, de criar, de errar e de crescer com isso”. Para Paulo Pereira da Silva, “os portugueses têm uma coisa fantástica, que é a sua capacidade de adaptação”, uma característica única travada “pelo pior que há em nós, que é o facto de partirmos derrotados”. “É esta a transformação que há a fazer”, sublinhou o administrador, engenheiro químico de formação, que disse inclusivamente que nunca se imaginou no papel de empresário.

Este jantar – conferência foi um regresso de Paulo Pereira da Silva a Abrantes, onde frequentou o ensino primário e secundário antes de rumar à Suíça, onde se formou em física, e sempre pensou construir uma carreira na área da investigação científica.

“Vim aqui prestar homenagem a essa parte da minha vida, onde tive professores fantásticos e onde muito do que sou hoje se começou a definir”, disse o administrador logo no início do jantar no restaurante do parque urbano de São Lourenço onde o BNI Estratégia reuniu os seus membros e convidados para assinalar o seu primeiro ano de existência.

José Alves Jana, o actual presidente do grupo de liderança, lembrou que no dia 6 de Maio de 2011, compareceram no restaurante São Lourenço cerca de 350 interessados em conhecer o projecto às 6h30 da manhã, no primeiro pequeno-almoço do BNI.

No espaço de um ano, este grupo de 37 empresários do Norte do Ribatejo superou os três milhões de euros em negócios gerados e foi o único fora dos Estados Unidos da América que recebeu a distinção “Platinum”, entre cerca de 6.100 grupos constituídos por todo o mundo.



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