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Economia

O lançamento e respectiva promoção da “década da biodiviersidade” e o reconhecimento do sobreiro como “árvore nacional de Portugal” vão ser dois dos temas em destaque na 4ª edição da Feira Internacional da Cortiça (FICOR) de Coruche, que este ano se realiza entre os dias 24 e 27 de Maio, no Observatório do Sobreiro e da Cortiça da capital do Sorraia.

O estatuto que esta espécie granjeou após a publicação recente em Diário da República da petição levada a cabo pelas associações ambientalistas Transumância e Natureza e Árvores de Portugal, dá mais relevância à feira coruchense, uma vez que o sobreiro torna-se cada vez mais uma árvore protegida e valorizada não só pela sua importância económica, mas também pela sua importância ambiental.

Proteger os ecossistemas e a diversidade genética são duas das 20 metas que constam do plano 2011 – 2020 da ONU, precisamente o espaço temporal que foi designado de “década da biodiviersidade”, que também vão ser divulgadas e abordadas na FICOR, durante quatro dias inteiramente dedicados ao sector florestal corticeiro.

Além das conferências e debates científicos, direccionadas para profissionais e investigadores nesta área, o certame pretende ter “um carácter lúdico, com a intenção de chegar a todos e sensibilizar a população para a importância e potencialidade da cortiça”, salienta uma nota de imprensa da Câmara de Coruche, responsável pela organização.

Os visitantes encontram também provas de vinhos, actividades de natureza, balonismo, passeios no montado, tasquinhas, workshops gastronómicos, música e o “Coruche Cork Fashion”, um desfile de moda que tem sido um dos pontos altos da feira, nas edições anteriores.



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