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Com três meses de salários em atraso, os jogadores do Sport Lisboa e Cartaxo ameaçaram não subir ao relvado para disputar o encontro frente ao Real Massamá, a contar para a série E da 3ª divisão, no domingo, 4 de Março.

Sem sequer fazer exercícios de aquecimento, a equipa só aceitou jogar depois do vereador do desporto da Câmara do Cartaxo, Pedro Gil, ter estado dentro do balneário reunido com o plantel.

Os árbitros e a equipa adversária esperaram até às 15h20 no túnel de acesso ao campo.

Num comunicado à imprensa, o plantel afirma que a tomada de posição não se deve só aos salários em atraso, mas também “à falta de condições” para continuar a representar o SL Cartaxo, que está a atravessar uma grave crise directiva, sem apoios por parte do município.

“No final da época passada, na qual fomos campeões distritais com grande mérito, esforço e dedicação, foi-nos prometido total apoio por parte da entidade máxima do concelho, a Câmara Municipal do Cartaxo”, recordam no comunicado subscrito por todos os jogadores e restante equipa técnica do plantel sénior. Salientam ainda que todos “têm cumprido com grande prestígio e dedicação as suas funções, não abdicando de nenhum treino ou jogo e levando-os sempre com a máxima seriedade e profissionalismo”.

No final do jogo, os capitães Nuno Casimiro e Mário Ruas explicaram que o grupo de trabalho tomou esta posição de força “para obter respostas em relação ao futuro” e que decidiram jogar para que o clube não fosse desclassificado e relegado para a 2ª divisão dos distritais da Associação de Futebol de Santarém.

“Precisávamos de ouvir da parte dos responsáveis que eles também estão empenhados em resolver esta situação, que tem provocado um enorme desgaste no grupo de trabalho”, explicou Mário Ruas, acrescentando que o plantel sentia-se “no meio de um jogo do empurra entre o clube e a Câmara”. Sobre o que resta deste campeonato, o grupo de trabalho vai esperar pelos resultados da reunião entre a actual comissão de gestão do SLC e a autarquia, que ficou marcada para a próxima terça-feira, 6 de Março. 

“Se fosse só por razões financeiras, já tínhamos saído há muito tempo”, afirmou Mário Ruas, salientando que o clube conta “com um grupo de trabalho fantástico que quer lutar até ao fim”.

“A atitude dos jogadores é totalmente compreensível e não é contra a direcção nem os dirigentes”, disse à Rede Regional o responsável da comissão de gestão do clube, Frederico Guedes, explicando que a dívida aos jogadores e equipa técnica do plantel sénior ronda, neste momento, os 10 mil euros. Quando o clube se sagrou campeão distrital na época passada, a autarquia prometeu apoiar o SL Cartaxo no campeonato nacional, mas “só no mês passado pagou a última parte das verbas referentes ao protocolo de 2010”. Para mais salientou o mesmo responsável, a autarquia só informou em Dezembro passado que não haveria verbas para a época 2011 / 2012.

“A verdade é que o clube é um barco deveras pesado para estar entregue a meia dúzia de pessoas”, afirmou Frederico Guedes, explicando que o mandato da anterior direcção terminou a 31 de Dezembro e não apareceu ainda quem quisesse formar direcção para tomar conta do SLC. “Neste momento, somos cinco elementos numa comissão de gestão para um clube que movimenta 14 equipas e 325 atletas todas as semanas”, sublinhou o responsável, acrescentando que, mesmo assim, o SLC “não vive de uma subsídio-dependência camária, mas precisa de saber com que apoios conta para se poder organizar”.

O vereador com o pelouro do desporto, Pedro Gil, disse à Rede Regional que não fez qualquer promessa ao plantel, dentro do balneário. “Apenas lhes disse para não tomarem nenhum decisão da qual se pudessem vir a arrepender”, afirmou, acrescentando que a Câmara “vai fazer o que estiver ao seu alcance para ajudar o clube”. “Foi uma situação muito lamentável porque não é normal que se dê conhecimento ao vereador do desporto de uma situação do foro interno do clube”, afirmou ainda Pedro Gil, negando que a Câmara tenha assumido “qualquer tipo de apoio concreto” ao plantel sénior do clube, tal como os jogadores alegam no comunicado.

Sobre o jogo, o SL Cartaxo acabou por perder por 1 – 2 numa partida em que os jogadores deram tudo para dignificar a camisola.

A primeira parte ficou marcada pelas inúmeras oportunidades de golo desperdiçadas por ambas as equipas. Os visitantes foram para o intervalo a vencer por 0 – 1 graças a um golo de penalti marcado nos descontos, e depois de já terem falhado uma grande penalidade.

O lance da falta acabou por ditar também a expulsão de Gil, por acumulação de amarelos.

Na segunda metade, tudo se complicou para o SLC, que sofreu o segundo golo logo nos minutos iniciais e perdeu Nuno Casimiro, expulso com vermelho directo.

Mesmo a jogar com 9 elementos, o clube disputou o jogo pelo jogo e conseguiu empurrar para a sua área um apático Real Massamá, que pensou já ter os três pontos assegurados com muito tempo ainda para jogar.

Os da casa reduziram para 1 – 2 também de penalti, a um minuto do fim do encontro, por Bexiga, mas já não conseguiram chegar ao empate.

A riomaiorense Inês Henriques foi a atleta mais rápida nos 20 quilómetros marcha de Chihuahua, que se disputaram ontem no México, uma prova integrada no circuito da International Association os Athletics Federation (IAAF).

Sempre integrada nos primeiros lugares desde o início da prova, a marchadora acabou por conseguir a vitória ao distanciar-se já no final da australiana Claire Tallent, que acabou no segundo lugar do pódio.

Susana Feitor, também de Rio Maior, estava a fazer uma boa prova mas acabou por desistir devido a problemas físicos.

Inês Henriques, de 31 anos, venceu com o tempo de 1h33m16s, sensivelmente menos um minuto que o tempo da vencedora na edição de 2011.

No final, a atleta mostrou-se visivelmente satisfeita e disse mesmo que não estava à espera de obter um tempo abaixo dos 1h34m, segundo o site oficial da IAAF.

A riomaiorense vincou que a qualificação para os Jogos Olímpicos é o seu grande objectivo.

A selecção distrital de Santarém de Sub-20 participa este fim de semana no torneio inter – associações de futsal masculino, que se realiza entre 2 a 4 de Março de 2012, em Évora, promovido pela Federação Portuguesa de Futebol.

O torneio, que envolve 18 distritos, divide-se em duas zonas: Norte, que se realiza em Viana do Castelo, com 9 equipas, e Sul, que se disputa em Évora, com outras tantas seleções, incluindo a formação ribatejana. Cada zona está dividida em três grupos, sendo que passam à fase seguinte os vencedores de cada grupo e o melhor segundo classificado de cada zona.

A selecção de Santarém joga sexta-feira, às 18h00, com a formação de Beja, e no sábado, às 11h00, com Castelo Branco. O terceiro jogo é no domingo de manhã, sendo que o adversário só será conhecido mediante a classificação dos dois primeiros jogos.

“Estamos confiantes em passar o grupo. Depois depende de quem vamos apanhar pela frente”, disse ao Rede Regional Bruno Fuzeiro, que, juntamente com João Venâncio, é o selecionador distrital do escalão.

Há dois anos que não há inter-associações, pelo que este torneio é a primeira experiência em conjunto desta selecção.

O torneio servirá de observação para equipa técnica nacional, composta por Jorge Brás e José Luís Mendes, formar a selecção nacional de futsal em Sub 21.

 

 

Atletas convocados:

CD FÁTIMA (1): Alexandre Batista.
CD “OS PATOS” (3): João Bioucas, João Batista e Pedro Rosado.

GD FREIXIANDA (1): Paulo Bicho.
JUVENTUDE OURIENSE (1): Sérgio Pinto.
GRUPO FUTSAL ACHETE (5): Pedro Cruz, João Silva, Daniel Andronico, Grabriel Vidal e Ricardo Patrício.

CAD CORUCHE (1): Jorge Martins.
A comitiva ribatejana é chefiada Amadeu Bernardes e inclui ainda o diretor Abel Silva, o funcionário António Malaca e o massagista Franklim Gandarez.

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