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A abóbora vai ser o ingrediente principal do festival gastronómico que vai decorrer em Ferreira do Zêzere, entre os dias 6 e 29 de Janeiro de 2012. O certame, ao qual aderiram oito restaurantes do concelho, pretende dar continuidade à peculiaridade dos festivais anteriores, mostrando “produtos comuns confeccionados de forma inovadora”, segundo Jacinto Lopes, presidente da Câmara de Ferreira do Zêzere, responsável pela organização.

“Com o passar dos tempos e a aposta neste tipo de eventos, Ferreira do Zêzere começa já a ser conhecida como um local onde a gastronomia local é realçada, onde os pratos são emblemáticos e existe uma exploração das tradições da sua cozinha tradicional”, afirma o autarca. O município vai continuar esta aposta na organização e promoção de festivais gastronómicos que aliam os produtos do concelho à criatividade culinária, acrescentou.

Assim, dentro das datas do festival, os visitantes encontram as mais variadas propostas à base de abóbora nos restaurantes Quinta do Adro, Manjar de São Miguel, A Grelha, Pizzaria Toscana e Churrasqueira do Penin (todos em Ferreira do Zêzere), Fonte de Cima (em Dornes), e no Cantinho da Ana e na Casa dos Leitões (em Águas Belas). Os pratos constam das ementas apenas aos fins-de-semana e sextas-feiras ao jantar.

O bar do Centro Cultural do Cartaxo encheu no dia 18 de Dezembro naquela que foi uma das mais participadas tertúlias promovidas por José Raposo. Fernando Mendes foi o protagonista desta última sessão de 2011, que ficou marcada pelo humor e boa disposição do conhecido actor e apresentador.

Fernando Mendes – filho do actor Vítor Mendes – estreou-se profissionalmente em 1980 na revista “Reviravolta” no ABC. Três anos depois, estreia-se na telenovela “Palavras Cruzadas” e um ano depois participa em “Passerelle”.

O ator e apresentador não escondeu que entrou para o teatro por ser filho de quem é, mas reconheceu que foi necessário trabalho e empenho para se manter nas artes de palco. “Não fiz outro tipo de teatro se não revista. Era um meio muito rigoroso, em que eu entrava às nove e saía de lá às duas da manhã, mas adorava”, revelou, acrescentando que na altura se fazia duas sessões por noite e três sessões aos feriados.  

A partir daí, a carreira de Fernando Mendes foi ganhando notoriedade, popularidade e, sobretudo, reconhecimento. Fernando Mendes diz que teve a sorte das pessoas gostarem dele.

Fernando Mendes revelou ter “traumas” em relação à escola, por isso não fez mais do que o 8º ano de escolaridade, não tendo por isso enveredado por uma formação na área artística.

Continuou a fazer teatro durante toda a década de 80 e em 1988 recebe o prémio de “Melhor Actor do Ano”, atribuído pelo jornal Sete. No ano seguinte ganha o Prémio “Popularidade”, atribuído pela Casa da Imprensa.

Nos anos 90 participa em diversos programas televisivos de sucesso, como as séries humorísticas “Nico d’Obra” e “Nós os Ricos”, bem como em várias telenovelas, como “Cinzas”, “Verão Quente” ou “Na Paz dos Anjos”. Marcou ainda os momentos humorísticos do programa “1, 2, 3”, a partir de 1994.

Desde 2004, Fernando Mendes é o rosto do concurso televisivo “O Preço Certo”, considerado um dos programas com maior sucesso e longevidade da televisão portuguesa.

Dois alunos da licenciatura em vídeo e cinema documental da Escola Superior de Tecnologia de Abrantes (ESTA) viram os seus trabalhos premiados em festivais nacionais. “Adeus Amor” foi a obra de ficção que valeu a Henrique Prudêncio, aluno do 2º ano do curso, a vitória no concurso de vídeo da Fundação Inatel, na categoria jovem realizador.

A atribuição do prémio e a exibição pública do filme decorreu no passado dia 18 de Dezembro, no cinema City Classic Alvalade. Segundo informações do site da ESTA, o júri era composto por Joana Ferreira, Christine Reeh, Paulo Miguel Martins e Clara Bertrand Cabral.

Pedro Almeida, também aluno do 2º ano do mesmo curso, ganhou o prémio de melhor documentário no One Minute Movie Festival, na categoria cinéfilo, no dia 3 de Dezembro, naquela que foi a primeira edição de um festival de filmes de 60 segundos que decorreu em Braga.

A obra do estudante, "Um dia como outros", foi realizada em contexto académico, e remontada especificamente para corresponder aos requisitos do festival, sendo uma das 25 a concurso, nos géneros ficção, documentário e animação.

O documentário de Pedro Almeida por ser visto através do link http://vimeo.com/33120126, ao passo que o filme de Henrique Prudêncio está disponível para visualização em http://vimeo.com/31228443.

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