“Poesia Perfumada” é o título do livro assinado por Rose Mallow, o pseudónimo da scalabitana Raquel Veiga Barros, que lançou recentemente a sua primeira aventura literária na poesia.

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“A poesia surgiu como uma paixão recente. Com o aparecimento da pandemia e a privação do contacto com o próximo, o desejo de escrever tornou-se uma necessidade vital, para dar um pouco de alento aos meus dias”, explica a autora, de 37 anos, natural e residente em Santarém.
Uma vez isolados do mundo, escrever “era uma condição essencial para tentar mitigar o caos que se avizinhava”, acrescenta a autora, para quem “a poesia surge, naturalmente, de forma espontânea”.
O pseudónimo, Rose Mallow, iniciou então “a sua viagem em busca do desconhecido, da libertação da sua mente e da sua alma de poeta latente. Começam a surgir as primeiras palavras, como que um grito silencioso de pranto, em virtude do aparecimento de um vírus que assolou o mundo”, diz Raquel Barros, que é em licenciada em Educação de Infância pela Universidade de Évora, e confessa sentir “um amor incondicional pela profissão que escolheu abraçar”.
Esta primeira obra, “Poesia Perfumada”, surge como “uma coletânea de poemas com um cheirinho especial a Primavera e com uma mensagem de esperança”, acrescenta Rose Mallow, que também participa em diversas antologias com a parceria entre Portugal e o Brasil, direcionadas para adultos e um destaque para a literatura infantil.