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As perícias forenses que a Polícia Judiciária (PJ) realizou ao cadáver da mulher que apareceu morta num apartamento em Almeirim foram inconclusivas em relação às causas da morte.

Segundo a Rede Regional conseguiu apurar, o avançado estado de decomposição do corpo, provocado em parte pelo calor que que se fez sentir nos últimos dias, impediu os inspetores de retirar conclusões fidedignas em relação à possibilidade de se tratar ou não de um caso de homicídio.

Só a autópsia vai permitir apurar as causas concretas do óbito da vítima, que tinha 65 anos, e que já estaria morta há mais de 48 horas.

O corpo, que foi descoberto pelas 14 horas de quarta-feira, 12 de setembro, só foi retirado do quarto na rua Bernardo Gonçalves, no centro de Almeirim, quando já passava da meia noite, numa operação bastante complicada para os meios de socorro.

O cadáver foi retirado do apartamento pelos Bombeiros Voluntários de Almeirim, mas foi transportado para a morgue do Hospital de Santarém pelos Bombeiros Voluntários de Benavente, por questões técnicas e legais relacionadas com o transporte de cadáveres.

Recorde-se que a mulher era natural do concelho de Vila Franca de Xira, e residia sozinha num quarto alugado em Almeirim, há alguns anos.

O corpo foi encontrado pela proprietária do apartamento, que deu o alerta às autoridades.

O Núcleo de Investigação Criminal da GNR de Santarém foi chamado ao local, mas perante a hipótese de se tratar de um caso de crime, a Judiciária acabou também por ser acionada para recolher provas e tomar conta da investigação.

Segundo alguns vizinhos, a mulher já não era vista nas redondezas desde segunda-feira.

Simulacro da Proteção Civil no Entroncamento - Fotos: José Neves