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Sociedade

O Ministério Público do Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) de Santarém deduziu acusação contra 9 arguidos pela prática, entre outros, de crimes de furto qualificado em máquinas multibanco.

De acordo com a acusação, divulgada pela Procuradoria de Santarém, "um grupo de 5 a 7 arguidos levou a cabo um total de três furtos em ATM com recurso a explosões, sempre na zona da comarca de Santarém, causando avultados danos materiais e colocando em perigo a integridade física ou a vida de pessoas".

A acusação refere ainda que num dos furtos os arguidos só não conseguiram apoderar-se da quantia monetária que se encontrava no interior da ATM porque a explosão foi insuficiente para permitir a entrada dos arguidos no edifício onde se encontrava instalada aquela caixa ATM.

Num segundo furto, para além da elevada quantia monetária de que os arguidos se apoderaram, provocaram, ainda, avultados prejuízos à instituição bancária proprietária da ATM bem como ao proprietário do edifício onde a mesma se encontrava instalada. 

Quando se preparavam para levar a cabo o terceiro assalto, através da libertação de gás a alta pressão e causar a sua explosão de molde a proceder à sua abertura, um dos arguidos foi detido pela Polícia Judiciária.

Os restantes arguidos, que participaram nos furtos acima descritos, vieram posteriormente a ser localizados e detidos, na sequência de mandados de detenção emitidos pelo Ministério Público

O Ministério Público imputou, ainda, a três arguidos a prática de crimes de furto, nomeadamente, dos veículos utilizados nos assaltos às ATM’s.

santaremazinheira

No âmbito da comemoração do dia internacional das florestas, que se assinala a 21 de Março, a Câmara de Santarém está a dinamizar a terceira edição do projeto municipal “Raízes da Sustentabilidade”, convidando os scalabitanos a plantar uma azinheira.

Neste sentido, entre os dias 1 e 31 de março, os munícipes interessados podem proceder ao levantamento de uma azinheira na Casa do Ambiente, comprometendo-se a plantar e a cuidar da sua árvore, contribuindo para a conservação desta espécie.

O projeto “Raízes da Sustentabilidade” arrancou em 2015, com a oferta de um sobreiro a todos os scalabitanos que manifestaram interesse e que reuniam as condições para plantação e preservação desta espécie autóctone, protegida por lei.

No ano seguinte, o projeto promoveu a plantação de outra espécie autóctone, o pinheiro-manso.

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O Tribunal do Trabalho de Santarém condenou a Casa do Povo de Muge ao pagamento de quase 8 mil euros ao antigo trabalhador do posto de correios que funcionou nas suas instalações até junho de 2015.

O valor, segundo a Rede Regional conseguiu apurar, está relacionado com os três meses de salários em atraso devidos ao funcionário aquando do encerramento do balcão de atendimento dos CTT, mais a respetiva indemnização pelo despedimento por justa causa.

A decisão do tribunal, proferida esta quinta-feira, 23 de fevereiro, dá 10 dias à Casa do Povo de Muge para liquidar a dívida ao antigo funcionário, que prestava serviço ao abrigo de um protocolo entre a instituição e os CTT, ou chegar a um acordo, hipótese a que o ex-trabalhador não mostra qualquer recetividade.

“Não quero entrar em nenhum acordo. Quero que me paguem o que me devem e colocar um ponto final no assunto”, disse à Rede Regional Tiago Leiria, que não quis fazer mais comentários sobre o assunto.

Recorde-se que Tiago Leiria despediu-se por justa causa com três meses de salário em atraso em junho de 2015, tendo também descoberto, na altura, que a Casa do Povo de Muge não entregava os seus descontos para a Segurança Social desde dezembro de 2010.

A Segurança Social instaurou entretanto um processo de reclamação de créditos junto da coletividade do concelho de Salvaterra de Magos, depois do funcionário ter feito prova que, efetivamente, trabalhou sempre naquele local durante todos os anos em atraso.

De qualquer forma, a Casa do Povo também não tem como pagar, segundo explicou à Rede Regional José Custódio, que representou a coletividade no Tribunal do Trabalho.

José Custódio, que sublinha ser membro demissionário da comissão administrativa que tem gerido a coletividade desde 2011, estima que o passivo atual da Casa do Povo ronde os 12 a 13 mil euros, “por baixo” e sem contar com esta indemnização judicial.

A situação de asfixia financeira, segundo o mesmo, deve-se à falta de apresentação de contas e à intromissão de outros órgãos na gestão da coletividade, nos últimos anos.

“Onde estão as pessoas que ficaram de apresentar as contas e de tentar arranjar uma nova direção? Eu sinto-me apanhado nas curvas, como se costuma dizer, porque nunca deixei de dar a cara pela Casa do Povo”, afirmou José Custódio.

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