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Saúde

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A Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT) anunciou esta quinta-feira, 12 de janeiro, a construção de dez novas Unidades de Saúde Familiar (USF) e 22 novos centros de saúde, entre os quais 4 no distrito de Santarém.

Os quatro centros de saúde a construir na região, que deverão ficar concluídas até final de 2018, ficarão na Chamusca, Ourém, Rossio ao Sul do Tejo (Abrantes) e Torres Novas.

Durante o corrente ano vai também ser elaborado o projeto de execução do novo centro de saúde de Samora Correia, no concelho de Benavente.

Em 2017, a ARSLVT pretende igualmente aumentar a cobertura da população com médico de família, reforçar as consultas de médico-dentista nos centros de saúde, alargar os rastreios de saúde de base populacional iniciados em 2016, e lançar novos programas, nomeadamente de rastreio dos cancros da mama, cólon e reto e colo do útero.

Outros dos objetivos é o de prosseguir a dotação dos centros de saúde da região com meios complementares de diagnóstico e terapêutica, designadamente radiologia, eletrocardiograma, análises clínicas, espirometria e retinografia.

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O Centro Hospitalar do Médio Tejo (CHMT) recebeu no início de janeiro 24 médicos internos para o Ano Comum e 12 para Especialidades.

Na sessão de receção a estes novos médicos, Carlos Andrade, presidente do Conselho de Administração do CHMT, sublinhou o facto dos futuros clínicos “terem voluntariamente escolhido fazerem o seu internato” nas unidades hospitalares de Abrantes, Torres Novas e Tomar.

“Esta é a vossa casa do presente e do futuro”, salientou o responsável, acrescentando que “a integração dos internos e o seu dinamismo ajudam a enriquecer a vivência clínica dos hospitais e, também por isso são muito bem-vindos”.

Dos novos internos, quatro foram colocados na Medicina Interna, dois na Psiquiatria, dois na Patologia Clínica, um na Urologia, um na pediatria, um na Nefrologia e um na Ortopedia, segundo uma nota de imprensa do CHMT.

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Joaquim Esperancinha, ex-administrador do Centro Hospitalar Médio Tejo (CHMT), faleceu este domingo, 8 de janeiro, vítima de doença prolongada.

As cerimónias fúnebres vão ter lugar esta segunda-feira, pelas 12h30, na Capela Mortuária do Cartaxo, de onde sairá o corpo para o crematório de Setúbal.

Licenciado em engenharia, Joaquim Esperancinha tinha 69 anos, e foi presidente do Conselho de Administração do CHMT em duas ocasiões, entre 2003 e 2005 e de 2012 a 2014.

Durante o seu percurso profissional, ocupou também cargos de gestão no Grupo Uralita, na Quimigal e na CUF.

Residente no Cartaxo, Joaquim Esperancinha deixa viúva e dois filhos maiores.

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