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Os deputados do CDS-PP Patrícia Fonseca, Ilda Araújo Novo e Hélder Amaral questionaram o Governo no sentido de perceber se a exclusão da União de Freguesias da Aldeia do Mato e Souto (Abrantes) nos apoios à estabilização de terrenos florestais ardidos foi um lapso e se, tendo em conta que o prazo do concurso foi alargado, o Governo vai corrigir esse lapso e incluir esta União de Freguesias no apoio.

De acordo com informação que o Grupo Parlamentar do CDS-PP recebeu, o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas - ICNF terá respondido à entidade gestora da ZIF que “os critérios utilizados na listagem produzida pelo ICNF foram objetivos e de aplicação uniforme, a todo o país”.

“Do conhecimento do local e dos elementos que nos foram disponibilizados, a área da ZIF da Aldeia do Mato tem tido recorrência de incêndios e tem também elevadas produtividades florestais, tanto assim é que a grande maioria dos proprietários têm optado, ao longo dos anos, por reinvestir em pinheiro, bravo ou manso”, referem os deputados centristas.

A área de influência desta ZIF cumpre também o critério de ser uma área na qual se perdeu a capacidade de regeneração natural, precisamente pelo facto de a idade dos povoamentos existentes não permitir a existência de semente, acrescentam.

Com estes dados, os deputados dizem que não é admissível, justo, nem lógico, que esta freguesia fique excluída do aviso, com todas as consequências negativas para a região que tal exclusão acarreta.

Partida em Coruche do Grande Prémio de Ciclismo Abimota - Fotos: João Dinis