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Categoria: Economia

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Em 25 anos de existência, os projetos dinamizados pela Associação para o Desenvolvimento Integrado do Ribatejo Interior (TAGUS) na abordagem LEADER trouxeram cerca de 15,5 milhões de investimento para a região.

Os números foram divulgados durante um seminário de reflexão que serviu para assinalar o quarto de século desta associação privada e sem fins lucrativos, que foi criada em 1993 por 24 entidades locais públicas e privadas, que se juntaram para realizar um aproveitamento racional das potencialidades de Abrantes, Constância, Sardoal e dos concelhos limítrofes.

Em três programas de iniciativa comunitária, o LEADER II, o LEADER+, e o ProDeR, a TAGUS “recebeu mais de 555 candidaturas, apoiou 302 projetos que criaram 97 postos de trabalho e mantiveram outros 560”, explica uma nota de imprensa da associação, salientando que “contribuiu diretamente para o surgimento de 23 novas empresas e 29 novos produtos, e para a modernização de 92 negócios, com projetos que lhes permitiu adquirir equipamentos mais recentes, investir no comércio on-line, inovar nos processos de fabrico, eficiência energética, criar linhas de embalamento, entre outras”.

Em termos sectoriais, a TAGUS apoiou 46 investimentos relacionados com os produtos locais e artesanato, em que deste 26 foram de apoio à comercialização de proximidade.

“No turismo, proporcionou a abertura de seis novas unidades de turismo em espaço rural, que permitiu o aumento da capacidade hoteleira em 67 camas”, assinala ainda a mesma nota.

No seminário, foi ainda lembrado que, ao longo destes 25 anos, a TAGUS realizou mais de 265 iniciativas dedicadas ao turismo e aos produtos locais, das quais 127 foram ações promocionais, 97 feiras e eventos, 15 exposições, 26 worshops, seminários, e tertúlias.

Os números deverão aumentar, pois atualmente a TAGUS é gestora local do Desenvolvimento Local de Base Comunitária Rural (DLBC Rural) para Abrantes, Constância e Sardoal, um plurifundo que dispõe de cerca de 3,4 milhões de euros, provenientes do FEADER, FEDER e FSE, para apoiar projetos na sua área de intervenção até 2020.

Simulacro da Proteção Civil no Entroncamento - Fotos: José Neves