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Categoria: Economia

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O Governo quer encerrar as duas centrais produtoras de eletricidade a carvão, em Sines e no Pego (Abrantes), até ao ano 2030, mas, no caso da central ribatejana, o encerramento pode acontecer já em 2021, ano em que terminam os atuais direitos da Endesa sobre a central da Tejo Energia, no Pego.

Depois de esta quinta-feira, dia 16 de novembro, o ministro do Ambiente, João Matos Fernandes, ter anunciado em Bona, na Alemanha, onde decorre a conferência das Nações Unidas para as alterações climáticas, o prazo até 2021, o presidente da Endesa Portugal, Nuno Ribeiro da Silva, revelou à agência Lusa que os direitos sobre a central Tejo Energia, no Pego, terminam em 2021, considerando "muito provável" que centrais a carvão saiam do sistema elétrico nacional.

Nuno Ribeiro da Silva garante que ainda não está claro se os direitos até 2021 serão ou não prolongados, uma vez que o assunto ainda não foi discutido.

Recorde-se que a Tejo Energia, responsável pela central termoeléctrica do Pego, é a segunda empresa com maiores emissões de gases com efeito de estufa (GEE) em Portugal.

Os dados são de um estudo da associação ambientalista Zero, que revela que a Tejo Energia só fica atrás da sua congénere de Sines, da responsabilidade da EDP, e à frente de empresas como a Petrogal, a Cimpor e a TAP, que completam o Top 5.

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